sexta-feira, 2 de maio de 2014

Friederich Nietzsche

PORQUE SOU TÃO SAGAZ
1
Porque é que sei mais alguma coisa? Porque sou em geral tão sagaz?
Nunca reflecti sobre questões que verdadeiramente o não sejam – não
me entreguei ao desperdício. – Genuínas dificuldades religiosas, por
exemplo, não as conheço por experiência. Escapa-me totalmente até
que ponto poderia eu ser «pecador». Falta-me analogamente um critério
fidedigno para o que é um remorso: segundo o que ouvi dizer a
tal respeito, um remorso não me parece digno de qualquer atenção...
Nunca poderia deixar para trás uma acção, preferiría eliminar fundamentalmente
da questão dos valores o êxito negativo, as consequências.
Na consideração do êxito negativo, perde-se com demasiada facilidade
a visão correcta do que se fez: um remorso parece-me uma espécie de
«mau olhado». Ter em maior conta o que se malogrou, porque se malogrou
– eis o que já pertence à minha moral. – «Deus», «imortalidade
da alma», («redenção», «além», simples conceitos a que não dediquei
nenhuma atenção, também nenhum tempo, nem sequer em criança –
talvez eu nunca tenha sido bastante infantil para tal? – Não considero
o ateísmo como resultado, menos ainda como acontecimento: em mim
decorre do instinto. Sou demasiado curioso, demasiado problemático,
demasiado insolente, para me contentar com uma resposta grosseira.
Deus é uma resposta grosseira, uma indelicadeza para connosco, pensadores
– no fundo, é mesmo apenas uma grosseira proibição: não deveis
pensar!... De modo inteiramente diverso me interessa uma questão
da qual, mais do que qualquer outra curiosidade dos teólogos, depende
a «salvação da humanidade»: a questão da alimentação. Para uso corrente,
pode assim formular-se: «Como hás-de alimentar-te para che
gares ao teu máximo de força, de virtù no estilo da Renascença, da
virtude isenta de todo o elemento moral?» – As minhas experiências
são aqui tão más quanto possível; estou espantado de tão tarde ter dado
ouvidos a esta questão, de tão tarde ter aprendido a «razão» a partir de
tais experiências. Só a vilania completa da nossa formação alemã – o
seu «idealismo» me explica até certo ponto porque é que justamente
aqui permaneci antiquado até à santidade. Semelhante «formação»,
que de antemão ensina a perder de vista as realidades, para ir à caça
de objectivos ditos «ideais», inteiramente problemáticos, por exemplo
da «cultura clássica»: – como se não fosse algo de previamente condenado
unir num conceito «clássico» e «alemão»! Mais ainda, é divertido
– pense-se num habitante de Leipzig com «formação clássica»! – De
facto, até aos meus anos de maturidade, comi sempre mal - em termos
morais, comi de um modo «impessoal», «desinteressado», «altruísta»,
para salvação dos cozinheiros e de outros correligionários cristãos. Neguei
muito a sério, por exemplo, graças à cozinha de Leipzig, na mesma
época em que iniciei o estudo de Schopenhauer (1865), a minha «vontade
de viver». Ter em vista uma alimentação insuficiente e ainda por
cima arruinar o estômago – eis um problema que a mencionada cozinha
me pareceu resolver às mil maravilhas. (Diz-se que o ano de 1866
trouxe consigo uma mudança.) Mas a cozinha alemã – quantas coisas
não tem ela na consciência! A sopa antes da refeição (ainda em
livros venezianos de culinária do século XVI se lhe dá o nome de alla
tedesca); a carne muito cozida, a hortaliça grossa e suculenta; a degenerescência
dos farináceos em pisa-papéis! Se ainda se tiver em conta
a necessidade que os velhos alemães, e não só os velhos, têm de geleia
animal, compreender-se-á também a origem do espírito alemão – que
provém de entranhas revoltas... O espírito alemão é uma indigestão,
nada consegue. – Mas também a dieta inglesa que, em comparação
com a alemã, e até com a francesa, é uma espécie de «retorno à natureza
», a saber, ao canibalismo, se revela profundamente contrária ao
meu instinto; parece-me que dá ao espírito pés pesados – pés de senhoras
inglesas... A melhor cozinha é a do Piemonte. – As bebidas
alcoólicas são-me prejudiciais; um copo de vinho ou de cerveja num
só dia chega perfeitamente para fazer da minha vida um «vale de lágrimas
» – em Munique vivem os meus antípodas. Supondo que tenha
compreendido isto já um pouco tarde, experimentei-o, porém, desde
a infância. Pensava, como garoto, que beber vinho e fumar eram, de
início, apenas uma vanitas de rapazes, e mais tarde, um mau hábito.
Talvez a culpa deste juízo severo caiba também ao vinho de Naumburg.
Para crer que o vinho dá alegria, seria preciso ser cristão, isto é,
crer o que para mim constituí uma absurdidade. Coisa curiosa; se entro
em extrema irritabilidade por acção de pequenas doses de álcool, muito
diluídas, torno-me quase um marinheiro, quando se trata de doses fortes.
Já como garoto mostrava aqui a minha bravura. Redigir numa só
vigília uma grande dissertação latina e passá-la também a limpo, com
a ambição de imitar na pena a severidade e a concisão de Salústio, meu
modelo, bebendo sobre o meu latim um copo do maior calibre, já não
estava de modo algum (quando eu era aluno da venerável Escola de
Pforta) em contradição com a minha fisiologia, nem talvez ainda com
a de Salústio – embora, isso sim, com a venerável Escola de Pforta...
Mais tarde, lá para o meio da vida, decidi libertar-me com energia de
qualquer espécie de bebida «espirituosa»: eu, adversário por excelência
do vegetarianismo, tal como Richard Wagner, que me converteu,
não sei com suficiente seriedade aconselhar a todas as naturezas intelectuais
a incondicional abstenção do álcool. A água basta... Prefiro os
lugares onde, acima de tudo, se tem a oportunidade de tirar água dos
mananciais (Nice, Turim, Sils); tenho sempre à mão um pequeno copo.
In vino veritas: parece que também aqui estou em desacordo com o
mundo inteiro quanto ao conceito de «verdade»: para mim, o espírito
paira sobre a água... Ainda algumas indicações extraídas da minha
moral. Uma refeição forte é mais fácil de digerir do que uma refeição
leve. O primeiro pressuposto para uma boa digestão é que o estômago
entre em actividade como totalidade. É preciso conhecer a grandeza
do seu estômago. Pela mesma razão, devem desaconselhar-se as refeições
aborrecidas, que eu chamo as festas sacrificiais interrompidas,
as refeições na table d’hôte. – Nada de refeições intermediárias, nada
de café: o café ensombra o ânimo. O chá só é vantajoso pela manhã.
Pouco, mas forte; se é demasiado fraco, o chá é muito prejudicial e
causa má disposição durante o dia inteiro. Cada um tem aqui a sua medida,
muitas vezes entre limites multo estritos e delicados. Num clima
muito excitante, é desaconselhável começar pelo chá: deve, uma hora
antes, começar-se com uma chávena de cacau bem espesso. – Estar o
menos possível sentado; não ter fé em qualquer pensamento que não
tenha surgido ao ar livre e em plena liberdade de movimento – em que
também os músculos não celebrem uma festa. Todos os preconceitos
provêm dos intestinos. – A sedentariedade – já uma vez o disse – é o
verdadeiro pecado contra o espírito santo.
2
À questão da alimentação está intimamente ligada a questão acerca
do lugar e do clima. Ninguém é livre de viver em qualquer parte; e
quem tem de resolver grandes tarefas, que exigem toda a sua força, tem
mesmo aqui uma escolha muito limitada. A influência climática sobre
o metabolismo, a sua inibição, a sua aceleração, vai tão longe que um
erro em relação ao lugar e ao clima pode não só alienar alguém da sua
tarefa, mas até recusar-lha: nem sequer a chega a ver. O vigor animal
nunca nele foi assaz grande de modo a atingir-se aquela liberdade
que transborda para o espiritual, em que alguém confessa: só eu posso
isto... – Uma inactividade intestinal, por pequena que seja, e transformada
em mau hábito, chega perfeitamente para fazer de um génio algo
de medíocre, algo de «alemão»; o clima alemão basta por si só para
enfraquecer vísceras fortes e até predispostas ao heroísmo. O ritmo do
metabolismo está numa relação exacta com a mobilidade ou a paralisia
dos pés do espírito; o próprio «espírito» é apenas uma espécie desse
metabolismo. Comparem-se os lugares onde há e houve homens de espírito,
onde a ironia, a subtileza e a malícia se inseriam na felicidade,
onde o génio quase por força se sentia em casa: todos eles apresentam
uma atmosfera notavelmente seca. Paris, a Provença, Florença, Jerusalém, Atenas – tais nomes mostram uma coisa: o génio é condicionado
pelo ar seco, pelo céu puro – isto é, por um metabolismo rápido, pela
possibilidade de estar sempre de novo a fornecer a si grandes e até ingentes
quantidades de energia. Tenho diante dos olhos um caso em
que um espírito eminente e de disposição livre, simplesmente por falta
de agudeza de instinto em matéria de clima, se tornou um especialista
e um mal-humorado mesquinho e esquivo. E eu próprio poderia, no
fim de contas, ter vindo a ser um caso idêntico, na suposição de que
a doença não me tivesse forçado à razão, a reflectir sobre a razão na
realidade. Agora, quando já em virtude do longo exercício leio em
mim como num instrumento muito delicado e fidedigno os efeitos de
origem climática e meteorológica, e quando numa viagem breve, por
exemplo, de Turim a Milão, calculo por meio da minha própria fisiologia
os graus da humidade do ar, penso com pavor no facto terrífico
de que a minha vida, até aos últimos dez anos, anos perigosos, decorreu
sempre apenas em sítios errados e que me deveriam ser justamente
vedados. Naumburg, Schulpforta, a Turíngía em geral, Leipzig, Basileia
– outros tantos lugares calamitosos para a minha fisiologia. Se, em
geral, não tenho nenhuma recordação agradável de toda a minha infância
e juventude, seria uma loucura atribuir aqui um relevo às chamadas
causas «morais» – por exemplo, à carência incontestável de suficiente
convívio: com efeito, semelhante carência existe hoje como sempre,
sem que ela me impeça de ser sereno e corajoso. Mas a incerteza in
physiologicis – o maldito «idealismo» – eis a autêntica fatalidade na
minha vida, o que nela há de supérfluo e estúpido, algo de que nada
de bom procede, para o qual não há nenhuma compensação, nenhum
suprimento. A partir das consequências deste «idealismo», explico todos
os erros, todos os grandes desvios do instinto e «discrições», para
fora e longe da tarefa da minha vida, por exemplo, que me tornasse filólogo
– porque não, pelo menos, médico ou então qualquer outra coisa
que me abrisse os olhos? No meu tempo de Basileia, toda a minha
dieta intelectual, incluindo a distribuição do día, era um desperdício inteiramente
absurdo de energias extraordinárias, sem um fornecimento
de energías que, de qualquer modo, compensasse tal consumpção, e
mesmo sem reflexão da minha parte acerca de tal desperdício e sua
compensação. Faltava toda a refinada ipseidade, toda a protecção de
um instinto imperativo; era um equiparar-se a qualquer outro, um «desinteresse
», um esquecimento da sua distância – algo que jamais me
perdoarei. Quando já quase estava no fim, precisamente por estar quase
no fim, pus-me a reflectir sobre esta irrazão fundamental da minha vida
– o «idealismo». Só a enfermidade é que me trouxe à razão.
3
A escolha na alimentação; a escolha do clima e do lugar; – a terceira,
em que a nenhum preço se deve cometer um erro, é a escolha
do seu tipo de recreação. Também aqui, e segundo o grau em que um
espírito é sui generis, os limites do que lhe é permitido, isto é, útil, são
cada vez mais estreitos. No meu caso, toda a leitura faz parte dos meus
lazeres: faz parte, por conseguinte, do que me liberta de mim mesmo,
do que me permite passear pelas ciências e pelas almas alheias – do
que já não tomo a sério. A leitura reabilita-me justamente da minha seriedade.
Em épocas de profundo trabalho, não se vêem livros ao pé de
mim: não permito então a ninguém falar ou pensar junto de mim. Eis o
que eu chamo ler... Já porventura se notou que, naquela profunda tensão
a que a gestação condena o espírito e, no fundo, todo o organismo,
o acaso, qualquer espécie de estímulo vindo do exterior actua com excessiva
veemência, «fere» demasiado profundamente? Deve evitar-se
tanto quanto possível o acaso, o estímulo que vem de fora; uma espécie
de auto-emparedamento constitui uma das primeiras astúcias instintivas
da gestação espiritual. Permitirei eu que um pensamento estranho
suba secretamente pelas paredes? – E isso é que é ler... Aos tempos
de trabalho e de fecundidade segue-se o tempo da recreação: vinde a
mim, livros agradáveis, espirituosos, reverenciados! – Haverá livros
alemães assim?... Tenho de voltar seis meses atrás para me ver com um
livro desses na mão. Que livro era esse? Um excelente estudo de Victor
Brochard, l.es sceptiques grecs, em que também se utilizam bem
as minhas Laertiana. Os cépticos, o único tipo respeitável no meio
da caterva ambígua e multívoca dos filósofos!... Refugio-me, aliás,
quase sempre nos mesmos livros, no fundo, um número pequeno, o
dos livros para mim já comprovados. Talvez não faça parte da minha
maneira de ser ler muitas coisas e muito diversas: uma sala de leitura
põe-me doente. O meu estilo também não é amar muitas coisas ou
muito diferentes. A circunspecção, e até mesmo a hostilidade contra
os livros novos, é mais própria do meu instinto do que a «tolerância»,
a «largeur du coeur» e outros «amores ao próximo»... No fundo, é a
um pequeno número de velhos franceses que estou sempre a regressar:
creio só na cultura francesa e tenho por equívoco tudo o que na Europa
se chama «cultura» (Bildung), para não falar da cultura alemã... Os
poucos casos de alta cultura, com que deparei na Alemanha, eram todos
de origem francesa, sobretudo a senhora Cosima Wagner, de longe
a primeira voz em questões de gosto, que já ouvi... Se não leio, mas
amo Pascal, como a vítima mais instrutiva do cristianismo, lentamente
assassinada, primeiro no corpo, em seguida na psicologia, como a lógica
integral dessa forma terrífica de crueldade humana; se tenho no
espírito e, quem sabe? – talvez ainda no corpo algo da jocosidade de
Montaigne; se o meu gosto de artista toma sob a sua protecção, não
sem raiva, perante um génio selvagem como Shakespeare, os nomes de
Molière, Corneille e Racine: tudo isso não exclui, por último, que os
franceses mais recentes não sejam para mim também uma sociedade
charmante. Não vejo de modo algum em que século da história se
poderiam pescar conjuntamente psicólogos tão curiosos e, ao mesmo
tempo, tão subtis como hoje em Paris: no meio, a título experimental
– pois o seu número não é pequeno – os senhores Paul Bourget, Pierre
I.oti, Gyp, Meilhac, Anatole France, Jules Lemaître, ou, para realçar
um dos de estirpe mais forte, um autêntico latino, a que sou particularmente
afeiçoado, Guy de Maupassant. Prefiro esta geração, aqui para
nós, mesma à dos seus grandes mestres, que foram todos contaminados
pela filosofia alemã: por exemplo, o Sr. Taine por Hegel, a quem
deve a incompreensão dos grandes homens e das épocas. Onde chega a
Alemanha, corrompe-se a cultura. Só a guerra «salvou» o espírito em
França... Stendhal, um dos mais belos acasos da minha vida – pois tudo
o que na minha vida faz época foi-me trazido pelo acaso, e jamais por
uma recomendação – é de todo inestimável com o seu antecipador olho
de psicólogo, com a sua garra para os factos, que lembra a proximidade
do maior entre os realistas (ex ungue Napoleonem); por fim, não menos
digno de apreço como ateu sincero, uma species rara em França e já
quase dificilmente localizável – é Prosper Mérímée... Estarei porventura
com ciúmes de Stendhal? Ele tirou-me o melhor mote ateu, que
eu poderia ter inventado: «a única desculpa de Deus é não existir»...
Eu próprio disse algures: qual foi, até agora, a maior objecção contra a
existência? Deus...

Charles de Gaulle

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Charles de Gaulle.
O jogador de 22 agosto de 1962, Charles de Gaulle foi vítima de um ataque nos subúrbios de Paris Petit- Clamart . Os terroristas de extrema-direita atacaram o carro presidencial, no entanto, De Gaulle estava ileso . Após esse ataque , em Petit- Clamart desapareceu da mesa de vestir do presidente servido com tal nome, e ervilhas cozidas . Joel Norman, que trabalhava como cozinheiro no Palácio do Eliseu com cinco presidentes da França teve em suas memórias muitas coisas interessantes sobre os desejos gastronômicos de Charles de Gaulle , fundador da V República .
General de Gaulle , mesmo em assuntos culinários , sendo presidente, preferiu deixar o assunto nas mãos dos militares . Como chef Eliseo Palácio contratado Peloi Rodan , que já havia servido na frota nacional.
Charles de Gaulle não estava preocupado especialmente sua mesa. Seu chefe disse que o caso foi entregue ao presidente até mesmo vegetais enlatados servido ervilhas ou feijão verde. O presidente e sua esposa preferida da cozinha simples. De acordo com o padrão estabelecido por De Gaulle, o principal mesmo era responsável pela cozinha , o menu diário , exceto nos casos em que você tinha que fazer algo para recepções oficiais. Nesses casos, os cozinheiros tinham de fato a se esforçar ao fim, e isso é porque os almoços oferecidos em honra de altos funcionários franceses ou estrangeiros ou de hóspedes deve ser o auge do luxo e do requinte da cozinha do Palácio do Eliseu . O único prato que Charles de Gaulle foi usado para instruir buyabess famosa sopa de peixe francesa e frutos do mar. O dignitário provado que a sopa muitas vezes em dias de folga , acompanhado por seu filho Filipe.
O buyabess foi preparado estava pronto para cozinhar em casa Elysee Palace.
Nos seus dias , a maioria dos oficiais foram acusados ​​almoços de restaurantes, mas aos poucos começou a ser confiada a preparação de recepções oficiais para os chefs Palácio do Eliseu .
Para não atrapalhar , como eles dizem, surgiu a regra de nunca oferecer facilidades como carne de porco. Isso porque entre os convidados poderiam ter pessoas cujas crenças religiosas não permitem comer essa carne . Pela mesma razão , decidiu-se abster-se de ingredientes de álcool em lanches e molhos.
" Palácio Chefs de cozinha devem evitar até mesmo a possibilidade mais provável de causar um incidente diplomático ", ele escreve em suas memórias Joel normandos. A esposa do presidente preparou o menu de almoço oficial , tirando frequentemente guia de culinária que ficou famoso pela cozinha clássica Escoffier . O chef, uma vez recebida a ordem de cima, que não estava em discussão , abra a página com a receita requerida , produtos responsáveis ​​e deu as instruções relevantes para a sua brigada . O número de convidados , muitas vezes ultrapassou cem.
Mas se não fosse recepções oficiais , cozinha menu Elysee Palace estão se responsável , de acordo com a época do ano eo prazer de o presidente. Por exemplo, o que foi o almoço preparado por Charles de Gaulle em 4 de Novembro de 1965, o dia em que ele anunciou a sua participação nas eleições presidenciais. O menu continha béarnaise truta, lombo assado de carne de carneiro , uma variedade de vegetais , sorvete " Ramboliten " vinhos oferecido Traiminer 1959 Chateau Beauregard, 1959 e Laurent Perrier champanhe, de 1955. o almoço foi fornecido, como de costume, na sala de jantar no apartamento do presidente.
O general gostava especialmente pontualidade . A hora do almoço era exatamente 13 horas e 10 minutos . E o jantar , às 20 horas e 15 minutos. O almoço eo jantar passado , de acordo com um ritual. O pessoal da cozinha teve que cobrir corredores consideráveis ​​distância do Palácio do Eliseu para o alimento a De Gaulle servido quente. Apesar de todos os esforços, o suflê não era o que deveria ser o de chegar à mesa ea sopa foi muitas vezes morna. Charles de Gaulle , além disso, nunca se queixou da cozinha, o principal é que os horario.Hasta foram atendidas aqui mais uma edição do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje falamos com Charles de Gaulle.
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Benito Mussolini

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Benito Mussolini
Uma das vítimas do regime fascista de Mussolini foi o macarrão tradicional italiana . Em 1931 , o poeta Filippo Tommaso Marinetti figurista , que flertou com o fascismo , lançou um manifesto contra pragas vomitou massas, definindo-a como "absurda religião gastronômica italiana. " A massa , como o ideólogo do regime, é o símbolo de passividade , de pesos pesados. Marinetti afirmou que a remoção da pasta dará Itália a possibilidade de desperdício não dependem de importações de trigo e contribuir para a produção nacional de arroz . Os italianos , por outro lado , os ataques filosoficamente tomaram seus macarrão favoritos . E , uma coisa é propaganda, e uma outra história é a vida real , em que até os ideólogos como macarrão . E, aparentemente , foi. Bem, afinal de contas, para o próprio Duce , como ele se lembrou de seu filho Romano Mussolini , o prato favorito era o Pastasciutta contra o qual Marinetti criticou tão apaixonadamente . Mussolini começou o dia com suco de laranja e terminou com um copo de campo, ou uma decocção de camomila antes de dormir. O ditador tomou café da manhã após a caminhada matinal no parque : frutas , leite, pão de farinha grossa , às vezes cozido sua esposa, e café com leite.
O menu habitual consistia spaghetti Duce com molho de tomate , às vezes ovos e frango cozido, salada fresca , espinafre, legumes e frutas cozidas . A Mussolini gostava legumes frescos , devorando quantidades. O ditador ofereceu-lhe uma tigela grande e ao lado de um saleiro que é utilizado para cebolas ou feijão antes de engoli-los . Os desejos gastronômicos de Mussolini eram bastante simples e foi comida suficiente em casa, ele preparou o seu consorte. Mesmo quando a família mudou-se em 1929, leva à Villa Torlonia , a esposa de Mussolini continuou oferecendo refeições simples preparadas por ela mesma. Um como a maioria dos maridos italianos , Mussolini estava em casa para o almoço e gostei do tipo correntes refeições sopa ou macarrão. Na família de Mussolini , ninguém foi autorizado a deixar comida no prato . O ditador gostava de criticar seu ambiente pela gula e paixão para as bebidas .
 Na juventude , o Duce sabia o que era a fome . Durante suas andanças na Suíça , quando no bolso não tinham mais do que um medalhão níquel com retrato de Karl Marx, tinha mais de uma vez mendicância. E uma vez, em Genebra , o jovem Mussolini tinha um tal fome que se lançou dois Inglês que sentado em um banco comendo pão café da manhã com queijo e ovos .
Torne-se o chefe da Itália , Mussolini estava orgulhoso de seu cardápio espartano e abstenção rigorosa em instalações do governo. Era um doce , o que não é surpreendente, porque ele estava sofrendo de dor de estômago . Para acalmar bebia apenas água mineral ou leite , evitando alimentos picantes e não beber muita carne . Ao contrário da crítica existente , ao contrário de outro ditador , Hitler , Mussolini não era vegetariano : sua ração poderia consistir de coelho , aves ou peixes.
Mussolini bebeu vinho apenas em ocasiões especiais . Obediente cumpridas todas as prescrições de médicos e amado chás de ervas. Mussolini , muitas vezes terminando as refeições com uma xícara de chá de ervas . Mas os médicos italianos tinham prescrito o leva beber leite fervido todos os dias em grandes quantidades. Não é de excluir que a dieta de leite não fez nada além de agravar a saúde do ditador fascista da Itália.
Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a que a política aventureira foi arrastado Itália, o país enfrentou falta de comida , se não a fome. Já no Outono de 1940 foram introduzidos cartões de racionamento para a venda de azeite, massas, arroz e farinha. Em outubro de 1941 as regras foram aparadas com a venda de alimentos para a população. E esses foram apenas o começo, porque ao longo das rações de guerra continuou a declinar. Sinais com o slogan ; "Aquele que come muito , que saqueia a Pátria" , ou a situação de alimentos , nem o regime fascista não podia mais possuir o Duce salvo.
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias.
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J. F. Kennedy


Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los JF Kennedy
Naquela manhã de 22 de novembro de 1963, o presidente dos EUA, John Fitzgerald Kennedy voou para Dallas , Texas. Por volta de meio-dia, a comitiva presidencial foi para o Salão de leilões , o lugar onde os empresários ofereceram um almoço em honra do chefe de Estado e onde Kennedy foi para fazer um discurso . Produto da banquete deve ser destinada para o fundo do Partido Democrata. No caminho para os tiros fatais tocou vida truncado o trigésimo quinto presidente dos EUA ... Até agora não foi desvendado o mistério da morte de John Kennedy. Em vez disso, seus desejos gastronômicos são muito mais conhecidos.
 
Na sexta-feira 20 janeiro de 1961 , após a inauguração de John Kennedy como presidente dos EUA no Capitólio foi oferecido no menu causa festa consistia de uma sopa de tomates amassados ​​com grãos de milho , picado, carne picante caranguejo, carne moída New England lagosta com manteiga derretida , costelas de carne bovina ao Texas em suco , pão quente de alho , bolos e café .
Dificilmente poderia ser definida John Kennedy de um glutão . Antes de a comida, sempre deu preferência à política, por que ele teve que ser lembrado por vezes, que era hora de almoço ou jantar.
Apesar de ter sido conhecido que o presidente Kennedy sentiu grande simpatia pela cozinha francesa , apesar de algumas dúvidas, além disso, que o apetite era sincero . Em qualquer caso, especificamente mandatado para Kennedy, o chef principal da Casa Branca era um francês . By the way, logo após a transferência de d a família Kennedy na Casa Branca , cozinha o até então bastante pequeno foi convertido em uma cozinha comercial . Mas se falamos de cozinha francesa , ao impor -lo na Casa Branca contribuiu em grande parte a primeira-dama Jacqueline Kennedy. Como lembrou mais tarde presidente da cozinha do chef Rene Verdon , a Sra. Kennedy tinha um gosto mais cosmopolita do que o marido. A Kennedy amado suco de laranja pequeno-almoço, ovos cozidos com torradas, frito crocante de bacon , geléia , leite, café . Mais ou menos que foi o último café da manhã foi servido no President Hotel Texas, no dia do assassinato : Presidente serviu suco de laranja , torradas, café e ovos cozidos.
Outro café da manhã , mas o presidente Kennedy está ligada à história do século XX. Na manhã de 16 de outubro de 1962, John Kennedy foi tomando café da manhã quando liguei para o conselheiro de segurança nacional MacGeorge Bandy para informá-lo que os EUA tinham evidência de instalação de mísseis soviéticos em Cuba. Assim, a "crise do Caribe ", que estava prestes a colocar as duas superpotências à beira de um conflito nuclear entrou em erupção.
Para o almoço, o presidente amado uma sopa de peixe grosso, como prescrito na Nova Inglaterra. E somos surpreendidos , uma vez que a família Kennedy foi intimamente ligada à Nova Inglaterra e sua boa cozinha de peixes. Além disso, o presidente adorava a sopa de marisco Boston e muitas vezes perguntou o chefe de cozinha na Casa Branca para preparar esta sopa. O presidente também gostava de frutos do mar e feijão para bostonianos .
Presidente John Kennedy era conhecido por sua paixão pelos moluscos. Assim como outros representantes do clã Kennedy era um frequentador conhecido , ao longo de dois séculos, o estabelecimento de Boston conhecido como " casa da ostra Union" especializada em clam prato. Para o jantar, John Kennedy amava as costeletas de cordeiro, bife e frango ou peru assado , purê de batatas . Para um jantar de família, prato favorito foi o frango com estragão Kennedy .
Como evidenciado pelos cozinheiros que trabalhavam na Casa Branca , o presidente Kennedy também gostaram bolos Maffini . Para a sobremesa , o presidente preferiu o chocolate.
Além disso, John Kennedy gostava de terminar o almoço com um bom charuto cubano . Eles dizem que , antes de assinar o documento sobre a implementação do comércio , embora Cuba , o presidente Kennedy pediu ao seu secretário ao autor uma grande reserva de charutos cubanos . E quando eles foram comprados , Kennedy assinou o documento . Mais tarde, de acordo com rumores , a embaixada soviética foi responsável pela renovação reservas secretas de charutos cubanos para o presidente dos EUA .
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje falamos de JF Kennedy
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Margaret Thatcher

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Margaret Thatcher.
Margaret Thatcher, a primeira mulher na Europa , que liderou um governo, e que o primeiro-ministro do Reino Unido, foi encontrado 11 anos era mais conhecido pelo apelido de " Dama de Ferro ". No entanto, eu tinha um outro apelido , mais virulenta , uma nuance culinária que encantou britânica Margaret Thatcher muito antes de ser colocado à frente do gabinete. O " Maggie Thatcher, seqüestrador leite" definida e em Inglês , para dizer o apelido de rimas vai: Maggie Thatcher, snatcher leite " . Acontece que , em 1970, depois que os conservadores chegaram ao poder na Grã-Bretanha Margaret Thatcher levou a carteira da Educação. Um dos primeiros passos na nova posição foi aumentada em um terço do preço das refeições escolares e da abolição da entrega de leite escolar gratuito . É certo que o montante destinado no orçamento para essa finalidade foi destinado para o pagamento do trabalho dos professores.
Aparentemente, nos tempos surgiu científica passado Margaret Thatcher , por exemplo , a atração de leite. Diploma em Química, Maggie Roberts, seu nome de solteira após Oxford só trabalhou em um computador pela primeira vez, trabalhei em um sorvete . Mas mesmo a preocupação com o desenvolvimento desse refresco criança não poderia tomar a jovem Margaret o mundo quente da política. Nas eleições de 1950 , Maggie era o candidato mais jovem na lista dos conservadores . Naquela época , todos os eventos de Margaret era subordinado apenas ao trabalho de propaganda para o Partido Conservador . Ele não tinha tempo algum para delícias gastronómicas e Margaret jantar consistiu de uma lata de conservas de peixe . Margaret retorna em 1959 para participar como candidato nas eleições parlamentares do bairro londrino de Finchley . Durante a campanha eleitoral , foi possível cervejarias discursasse no lugar com um público de homens durões que escanciaban uma jarra de cerveja após a outra. E Margaret ganhou a eleição.
Mais tarde, Margaret Thatcher foi eleita líder do Partido Conservador, e em 1979 foi investido o primeiro-ministro da Grã-Bretanha . Duas semanas antes da eleição de Margaret Thatcher foi submetido a uma dieta especial e em 14 dias perdeu 9 quilos . A líder dos Tories , não só as mulheres , mas principalmente a política estava em causa a questão de sua aparência diante das câmeras foco. A dieta consistia de Margaret Thatcher que o tempo em ovos e grapefruit . O dia começou para ela com um par de ovos e toranja no café da manhã , mais café ou chá. Para o almoço foi novamente dieta de toranja e dois ovos , embora o primeiro poderia ser substituído por tomate ou espinafre. Esse modesto almoço foi gasto com café. Jantar neste contexto parecia muito mais variada. É verdade que os ovos segunda-feira acompanhado com salada e torradas, mais uva e café , obviamente. Em vez disso, os outros dias poderia entrar em um bife ou servido cordeiro, queijo cottage e legumes. E nos fins de semana os requisitos da dieta era menos rigorosa , uma vez que provei mais bife, frango frio e salada de frutas. Em estoque Margaret Thatcher permanece até hoje uma dieta impressa máquina de escrita , com a ressalva de que ele não deve levar mais do que duas semanas.
Certamente não foi a dieta que desempenhou o papel principal no sucesso político de Margaret Thatcher, mas pensa-se que ajudou consideravelmente mantido em boa forma.
Na televisão para os eleitores exibiu um vídeo em que Margaret Thatcher estava a preparar bolos e lavou os pratos. Na verdade, para as tarefas culinárias simplesmente não tinha tempo , mas ocasionalmente , se não fosse recepções oficiais em sua residência , Margaret Thatcher estava a preparar -se para o café da manhã corrida e até mesmo almoço composto por salada, ovos fervida e bacon. Quando Margaret e Denis Thatcher mudou-se para Downing Street 10 , a sua vida manteve-se relativamente simples. Bem, tanto quanto o casamento insistiu que era possível, como em anos anteriores, tomar café da manhã juntos. O pequeno-almoço , quando toda a família se reuniu a refeição importante do dia tornou-se . O dia continuou oportunidade totalmente ocupada para atender a todos para a mesa. Tarde da noite, depois do dia , Margaret Thatchet poderia finalmente ir para a cozinha e preparar alguma coisa ...
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Josip Broz Tito

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Tito .
Em 1945, o líder iugoslavo Josip Broz Tito deu um almoço em homenagem aos embaixadores dos três potências aliadas , ou seja, a URSS , EUA e Grã-Bretanha. Em Moscou considerado uma ofensa no lugar de honra não foi localizado embaixador da URSS, mas a Grã-Bretanha . E, de acordo com as normas universais de etiqueta diplomática , a antiguidade é determinada pelos anos passados ​​no país.
Ainda não tinha tempo para a ruptura definitiva entre Tito e Stalin. Apesar das discrepâncias entre os líderes iugoslavos e soviéticos , eles se encontraram não só na mesa de negociações , mas também com os outros banquetes. Por exemplo, os 11 abril de 1945, Stalin deu uma festa em homenagem ao Marechal Tito . Jornais da época relataram que o almoço foi gasto em uma atmosfera de amizade e conversa animada . De fato, como um membro da delegação disse jugoslava , inicialmente , almoço atmosfera foi um pouco tenso. Embora a maioria dos convidados eram comunistas iugoslavos , como os anfitriões utilizados na denominação brinde nenhum companheiro para ir para o outro, mas a palavra do Senhor. E assim continuou até que Stalin deu um brinde em homenagem ao camarada Tito nomeação. Isso quebrou o gelo.
Em 1948 , Stalin e Tito brigou definitivamente. E somente após a morte de Stalin começou a restauração das relações entre a União Soviética e Iugoslávia. E mais uma vez os líderes de ambos os países começaram a se reunir na mesa não só fala , mas também longa toalha de mesa , como se costuma dizer . Além do mais, o último foi , por vezes, bastante informal. Tito Kruzchov e desjejum durante as sessões de caça, uma tradição que era para continuar mais tarde , em tempos de Brezhnev . Há uma fotografia em que Bezhnev e Tito , que praticavam a caça, são , em 1973, com uma enorme fogueira e pedaços de bacon torrado em espetos . Em banquetes oficiais Tito entretido em Moscou , com pratos mais refinados . Em dezembro de 1959, em um almoço no Kremlin , Khrushchev se ofereceu para chips de Tito com caviar , costelas defumadas, fígado de frango recheadas , veados molho de carne e frutos vaccineio saltflats diferentes. Eles beberam vodka e vinho georgiano. E em 1968, para o almoço em homenagem ao presidente iugoslavo oferecido caviar , carne de caranguejo com peixes variados , faisão assado, borsh moscovite , sopa de aspargos purê , truta com cogumelos e escalopes de peru com salada.
Josip Tito , que nos anos de guerra de guerrilha sofreu muitas privações , na cabeceira da Iugoslávia socialista , ao contrário de muitos outros líderes era famoso por o desejo ea capacidade de viver em casa. Entre outras coisas amava boa comida e bebida.
Tito geralmente comia café café da manhã com croissant , às vezes omelete. Para almoço e jantar, pratos de cozinha preferido da Europa Central , que por vezes foram substituídos por alimentos de sua Zagorie nativa às vezes preparam sua mãe. É o último que ele amava sopa de frango engrossado com creme de leite e um biscoito caseiro com queijo . Durante as refeições beber pouco, exceto um copo de cerveja ou vinho Iugoslávia.
Josip Broz Tito gostava de entreter os convidados de honra com tudo de melhor. Quando a Iugoslávia foi visitado pela rainha da Grã-Bretanha , Josip Broz Tito decidiu surpreendê-la e ofereceu caviar Elizabeth II em um pedaço de gelo esculpido em uma coroa, e quando eu visitei o xá do Irã , esposa do líder iugoslavo disse foi oferecida uma sobremesa sem precedentes . A cabeça chefs quebrou e, finalmente, decidiu preparar cestas de chocolate cheios de bolas de diferentes sabores de sorvete .
No início dos anos 70, viajou para a Iugoslávia estrelas de Hollywood Elizabeth Taylor e Richard Burton , que atiraram um filme sobre a Segunda Guerra Mundial . Burton estrelou o filme Titus si mesmo e não é surpreendente que o líder iugoslavo os convidou para sua casa para descansar. Há Elizabeth Taylor e Richard Burton poderia provar a sopa bósnio , carne assada no espeto , batata cozida , bife tartar de cortar carne curto com azeitonas e alcachofras , Tito também sediou Sophia Loren, que adorava " cocinear " para o que tinha por vezes com a ajuda do próprio Tito . Em um almoço dos dois casamentos provou vários tipos de macarrão , sopas de feijão, pudim de berinjela e pimentões recheados .
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Gregorio Rasputin

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos falar com eles de Gregory Rasputin .
16 de dezembro de 1916, em Petrogrado , no Palácio Yusupov esperando por Gregory Rasputin . Eles esperavam para matar este camponês siberiano que se tornou o favorito da família do czar . Seus assassinos tinha preparado para a chegada de um deleite Rasputin letal.
O dono da casa , o príncipe Felix Yusupov , o médico deu Lazavert veneno cianeto ao médico todos os bolos recheados com creme -de-rosa sem tocar aqueles que estavam com creme de chocolate. Eu também acrescentou veneno para o copo de vinho. Rasputin chegou pouco depois e começou agasajarse . A surpresa dos conspiradores não tinha limite porque os dois copos de vinho com veneno e pastelaria com creme rosa consumida não tiveram efeito discernível . Os assassinos que decidiu salvar a monarquia das perversidades de Rasputin teve que atirar o eremita , nem as balas poderiam acabar com a vida do camponês robusto província de Tobolsk . Finalmente, Rasputin e sem fôlego jogado em um buraco aberto no gelo do rio Neva. Além disso , a morte de Rasputin não salvou a monarquia na Rússia, porque meses mais tarde se tornou um patrimônio da história.
Quanto Rasputin mesmo . Até o momento não há consenso sobre o que o sujeito representado . Em vez disso, a imagem da cultura pop de Rasputin explorada amplamente , com ênfase no aspecto sexual de sua história. Os apetites do velho monge em fêmeas foi a conversa do vulgar . Mas o que as paixões de Rasputin nas refeições eram ? Aqueles que o conheciam lembrei que ele nunca comeu carne , doces e bolos. A questão é se ele conhecia os assassinos de Rasputin , que cheio de veneno as iguarias lhe ofereceu . Eles explicam que , apontando que Rasputin foi distinguido pela hospitalidade e generosidade gostei convidados entreter com bolos , o que provavelmente deu origem a rumores de que ele gostava dessas guloseimas.
Na verdade, os pratos favoritos foram o favorito de batatas Tsar e legumes que trouxeram seus fãs. No que diz respeito à carne , dizem que ele não gostava , não tanto por suas crenças ( embora haja uma visão de que parou de comer carne depois de uma peregrinação ao Mosteiro de Vierjotursk em 1903 ), mas por causa de seus dentes ruins .
Uma tabela Rasputin as mais diversas pessoas se encontraram, e quase todos os visitantes considerava seu dever de trazer algo comestível. Eles vieram com um monte de caviar , peixe caro, o que animado na capital, frutas e pão fresco. Além disso, a mesa era sempre batatas, repolho em conserva e pão preto. E havia sempre uma enorme samovar ebulição da água.
Segundo o depoimento , Rasputin foi um grande exemplo de ignorância sobre a mesa. Raramente utilizado o garfo e faca e usado para distribuir comida com a mão entre seus admiradores . Muitas vezes, os restos de comida foram presos em sua barba espessa , o que naturalmente deu uma visão feia. E ainda não diminuir o número de pessoas que queriam estar ao lado de Rasputin , uma aparência onipotente favorito da família do czar . Rasputin às vezes jogou pedaços de pão preto para a tigela de sopa de peixe, em seguida, removê-los com a mão para passar para fora a seus convidados, que comeu com prazer . Em cima da mesa havia sempre uma pilha de pão preto seco , que encantou Rasputin com sal. Estes biscoitos Rasputin teve grande popularidade em Petersburg que recebeu uma das mãos do velho monge não é servido , mas levou para casa e manteve-o como uma relíquia .
Desnecessário salientar que Rasputin gostava festa, para a qual ele era conhecido em muitos restaurantes da capital , que normalmente chegou escoltado por senhoras e senhores da alta sociedade. Rasputin não removê-lo para remover as bebidas , mas antes da vodka preferida da madeira e vinhos do Porto . Estes vinhos doces estão acostumados em mosteiros , onde consumido em grandes quantidades. Diz-se que durante a Primeira Guerra Mundial. Rasputin foi abastecido adegas da Czar. Muitos sabia da paixão de Rasputin para madeira vinho que o almoço poderia beber alguns litros , e não é por acaso que este também deve envenenado seus assassinos ...
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Nicolau II

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos falar com eles de Nicolau II.
Em maio de 1896, a antiga capital da Rússia sediou as cerimônias solenes relacionados com a coroação do Imperador Nicolau II. A coroação em si foi realizada em 14 de maio , para iniciar uma série de danças e festas . Coincidindo com a pomposa cerimônia também foram numerosos banquetes e almoços com a presença do Imperador Nicolau e Imperatriz Alexandra .
Após a coroação foi oferecido um almoço solene na Câmara de Facetas no Kremlin. Os brindes no banquete foram acompanhadas com tiros. Saúde do imperador foi fornecido com 61 armas. O menu do banquete foi oferecido como um professor de desenho Vasnetzov , com o uso da linha típica de velhos arabescos eslavos russos. Para almoço e sopa de pepinos salgados borsh , um borscht russo típico e outros vegetais , bolos , foram oferecidas esturjão cozido no vapor. Carnero , faisão em aspic , frango , aspargo, sorvete e ponche de frutas .
No dia seguinte , 15 de maio , para o almoço em homenagem à coroação de sopa de caranguejo e bolinhos, truta finlandês , carne, gelatina e perdiz fria, frango assado, saladas e alcachofras oferecidos.
Dias depois, na coroação , a ser realizada em Moscou uma horrível tragédia ocorreu. Nas primeiras horas de 18 de Maio , no dia da festa em honra da coroação, no campo da Jodinsk uma multidão que esperava espetáculos gratuitos aglomeradas, para o qual ele havia prometido a cerveja , mais presente embala também livre . Ele continha um jarro com monogramas do Imperador e da Imperatriz , um pedaço de pão , meio fio mortadela , biscoitos recheados , com o escudo do país e um saco de doces e nozes. Circularam rumores de que os dons não seria suficiente para todos e as pessoas correram para ser o primeiro e começou um colapso infernal como um resultado do qual , de acordo com números oficiais 1.389 pessoas morreram e 1.300 ficaram gravemente feridos . No entanto . Atividades para marcar a coroação continuado de acordo com o programa eo czar assistiu a todas as festividades , incluindo dança. O almoço eo jantar Coroação conseguiu um após o outro . No dia seguinte à tragédia do almoço Jodinsk com a participação do imperador, em que sopa de tartaruga oferecido , peixe salgado , carne de bovino tubérculos , perdiz gelatina, patê de ganso , peru assado e teve lugar frango , couve-flor , abacaxi frito quente. Para o jantar 20 de maio sopa de tartaruga , vários bolinhos, esturjão italiano , frango e perdiz assada, saladas suíços e sorvete com calda de framboesa oferecido. No jantar em 23 de maio continha Lucullus caldo e vários bolinhos, peru em gelatina para Suvorov , frango grelhado, aspargos e sorvete. Para o jantar 25 maio de 1896 foram oferecidos almoço tartaruga caldo , caranguejo, Don esturjão em champanhe, frango com cogumelos , pudim de patê de ganso , faisão e cones orientais.
Muitos consideraram como um mau presságio para todo o império ea si próprio imperador Jodinsk tragédia , que ocorreu durante as celebrações da coroação do czar e comportamento naqueles dias .
Com toda a justiça , devo dizer que na vida cotidiana, os hábitos alimentares do último czar russo eram bastante comuns . Embora a família imperial manteve tradicionalmente emprega chefs franceses , russos comuns Nikolai II preferido pratos. Entre as principais refeições na mesa Czar dominou a sopa de legumes com carne, mingau de aveia, peixe cozido com legumes ; Imperador gostei da carne de porco com rábano . O pequeno caviar czar provou uma vez lhe causou azia. Todos os dias, a família imperial se reuniram às 16 horas para você , para que o pão, manteiga, pão seco e biscoitos Inglês oferecido. O imperador tomou geralmente duas xícaras de chá com pedaços de pão com manteiga.
Pessoas que conheciam Nicholas segunda negar os rumores de que o imperador era um bebedor em excesso. Normalmente, o czar da mesa e aproximou-se dos entretenimentos , de pé , como é o costume russo bebeu um ou dois copos de vodka especial , ameixa. Os pratos oferecidos no Czar mesa não eram muito numerosos nem muito refinado, mas excelentemente preparado . Passou com vinho de mesa ou kvass maçã. O próprio czar não beber e logo após o almoço foi servido em uma taça de prata ou dois goles de xerez ou vinho do porto.
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Alejandro III

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje eles falam de Alexandre III.
19 de Maio de 1883, na Casa de facetas , em honra da coroação do imperador russo Alexandre III foi oferecido um banquete de gala. Foram convidados para o almoço, os mais altos dignitários do clero e da nata da aristocracia russa , e representantes de monarquias estrangeiras. No total, 275 pessoas foram convidadas . Os enfeites de mesa espantado com sua pompa e riqueza. Durante o banquete, a orquestra de cordas de dez peças interpretadas palácio. Para o almoço como starter , borsh e ensopado de borrego . Em seguida, os convidados foram oferecidos carne e cozido no vapor esturjão, o mais requintado de mesa russa . No menu em cima da mesa incluído russo e um prato frio, especialmente carne ou peixe, que cobriu a gelatina em um molde. E ave assada e perdizes , além de aspargos. Parfait eo famoso Guriev mingau que adorava Alexander III oferecido.
No Grand Prince Alexander adorava boa comida na juventude. Mas não era um doce e não valorizado delicadezas culinárias. Para o físico robusto , de estatura gigantesca , o imperador comia pouco, sem atribuir ao alimento um significado especial.
O famoso estadista Sergei Vitte lembrou que Alexander III não suportar o luxo exagerado ou despesas monetárias excessivos. Como resultado, no palácio comeu relativamente ofensivamente . Ate à sua mesa para que ele tivesse a temer para o estômago .
O Imperador Alexandre III se preferia um alimento extremamente simples. Sempre preferiu os pratos estrangeiros russo. E quando o imperador já estava cansado de sua mesa, e doente no último ano de sua vida como uma iguaria chamada às vezes trazê-lo de almoço, os soldados comuns ou caçadores , o regimento mais próximo ou uma brigada de caçadores.
Círculo a visão de que Alexander III era pouco mais do que bêbado. Há rumores de que quando ele não era o Imperatriz, Alexander retirou-se do eixo da bota uma garrafa plana esvaziado seu assistente. Caso contrário, não há nenhuma evidência para confirmar isso. Por outro lado, aqueles que conheciam o imperador era indiferente afirmar que o álcool e nunca mais foi visto bêbado. Um de seus médicos se lembrou que, mesmo nos interlúdios , Alexander III quase nunca bebeu o copo tradicional da vodka , e se ele bebeu, nunca mais do que um dedo. Nas refeições principalmente bebia kvas , mal bebeu vinho, e se o fizesse, sua bebida favorita era a kvas russos com champanhe, maneira muito comedida . À noite , o imperador sempre ofereceu uma garrafa de água fria, que bebia muito sofria de uma sede insaciável .
Gestão de Alexandre III foi marcado pelo fato de que a Rússia não participou praticamente em conflitos militares . Não por acaso entrou para a história como Alexandre, o Pacificador II. No entanto, o czar implícita às vezes outros poderes que a Rússia poderia , se necessário defender.
Durante um banquete no Palácio de Inverno , Alexander III conversou com o embaixador austríaco. Um conflito austro- russo nos Balcãs , mas foi então fúria. O embaixador , a seu pedido recebeu um assento na mesa em frente ao imperador, para ter a oportunidade de trocar opiniões com ele sobre o conflito. Mas o imperador não reagiu de forma alguma para as palavras do embaixador. O diplomata irritou no final da conversa ameaçou que a Áustria poderia mobilizar contra a Rússia dois ou três corpos. Alexander , sem uma palavra, um sorriso , desenhando o rosto , pegou um garfo de prata , dobrado como um nó e atirou-a onde estava o embaixador , dizendo : - " . É o que fazemos com seus dois ou três corpos mobilizados "
Em um almoço , durante uma visita à Rússia, o príncipe de Montenegro , Nikolai , houve uma semi- escandalosa . Durante o almoço , Alexander III deu um brinde ao " meu único amigo , o príncipe de Montenegro " . Reis europeus tomaram essa afirmação com alguma confusão, porque ela era a de todos os monarcas estrangeiros marcada preferência ao príncipe de Montenegro.
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Napoleão Bonaparte

Alexandre Dumas escreveu que Napoleão não foi um gastrônomo, mas queria que fosse cada alto funcionário do império. Enquanto o próprio Bonaparte era impedido de ser gourmet , possivelmente, com a idéia de que continuamente perseguido, que entre 35 a 40 anos seria obesos .
Napoleão destacou que o soldado francês é o único que pode lutar com o estômago vazio . A alegação é duvidosa , mas os soldados do exército de Napoleão , por vezes, tinha que vê-los preto, como eles dizem. E Napoleão compartilhava ostensivamente os sofrimentos da vida da campanha. Sentados ao redor de uma fogueira com os granadeiros, o imperador disparou um tubérculo que trouxe os soldados e deu a seu assistente. Esse foi o nascimento da lenda.
Mas, na realidade , mesmo em campanhas de Napoleão comeu em casa : nunca faltou pão branco, uma carga de carne bovina, cordeiro , arroz e feijão ou lentilhas , seu cereal favorito. Ela adorava a sopa quente e carne de bovino biocida . O imperador comia rapidamente, não gostava de passar muito tempo na mesa.
Preferia as mãos ao colher ou garfo. Ele gostava da comida mais simples ; feijões, lentilhas, costeletas de cordeiro grelhadas e frango frito . Napoleão podia terminar o almoço com um pedaço de queijo parmesão ou Rocherford . Se você veio para servir frutas para a sobremesa era o mínimo : um quarto de um haltere ou algumas uvas . No cansaço de Napoleão, o imperador bebia sozinho o vinho Chamberten e raramente sem água, porque ele não gostava do vinho e era um conhecedor deles ruim. Relegado para a Ilha de Santa Helena o corso bebeu vinho tinto.
Alexandre Dumas escreve que Napoleão enriqueceu os anais da gastronomia . Mas na cozinha russa contemporânea há pelo menos um associado ao nome do imperador gaulês prato . Este é o bolo ou pastelaria millefeuille " Napoleão ". Considera-se que a ocorrência desta sobremesa está ligada à celebração, em 1912 , o século da expulsão do exército de Napoleão na Rússia. Diz-se que para esse aniversário veio um bolo em forma de um triângulo , que era para lembrar o famoso triângulo de Napoleão . Caso contrário, existe a visão de que o nome deste pedaço de massa vem da cidade italiana de Nápoles. De qualquer forma , existem outros pratos relacionados ao imperador francês. Por exemplo, na Grã-Bretanha , frutas gourmet das guerras napoleônicas foi o aparecimento de prato doce conhecido pelo nome de " Napoleão costela. "
Em 1800, perto da aldeia de Marengo , no norte da Itália, uma batalha entre as tropas francesas e austríacas. Na história da gastronomia , que a guerra deixou uma marca em forma de prato conhecido como " Frango Marengo. " O primeiro cônsul da França, depois de ganhar uma vitória dos mais brilhantes , que não tinha comido antes da luta, exigiu que depois da batalha você preparar algo rápido . Sua cozinheira foi capaz de obter uma galinha, alguns ovos, tomates , cebola, alho , ervas, azeite e caranguejos. Cozinhe o frango cortado em pedaços com um sabre , o óleo frio, preparou um molho de tomate , alho e cebola , acrescentando uma pitada de conhaque Napoleão cantina, caranguejos cozidos , ovos fritos e oferecido como vestir pedaços de pão ração dos soldados .
Eles dizem que o prato encantou Napoleão e , considerando-se a grande batalha foi vencida , ele se sentiu feliz. E justamente por essa razão, quando o cozinheiro decidiu aumentar o prato , adicionando vinho branco e cogumelos, e remoção de caranguejos , Napoleão exigiu que os ingredientes foram os mesmos após a vitória em Marengo. Na França , Frango Marengo é preparado hoje sem caranguejos, mas no Piemonte, restauradores , como um sinal de respeito pela tradição caranguejos históricos empregam.
Diz a lenda que antes da batalha de Waterloo , o imperador ofereceu caranguejos Marengo frango, o que teria sido um mau sinal , e que teria levado à derrota.
As pessoas que viram o Napoleão derrotado nos dias de seu exílio lembrar que o almoço foi um prisioneiro do Inglês , por vezes, um prato de lentilhas . Os guardas britânicos insultava a alimentação de Bonaparte , dizendo que , na Inglaterra alimentar cavalos com lentilhas . Por sua vez, divertiu-se Napoleão. Além disso, foram raras vezes , o Conquistador derrotado e divertido ...
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George Washington

Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los George Washington.
Se atestar a lenda, durante a guerra de independência dos EUA, um agente britânico tentou envenenar o general George Washington , que incluía um prato com tomates , na época considerado fruto tóxico. O lutador pela independência dos Estados americanos o prato foi servido , é claro, de bom grado , sem algumas consequências . E mais uma vez , de acordo com a lenda, em junho de 1820, como o coronel Robert Johnson realizado em Salem , Estado de New Jersey, uma demonstração pública de natureza comestível de tomates , a ingestão de uma quantidade considerável sem maiores conseqüências . Era realmente a história da tentativa de envenenar George Washington com tomates envenenados ? É duvidoso , mas esta história, como diz "a lenda tem direito de existir".
O fundador e primeiro presidente da os EUA deixaram a cultura do país em muitas lendas e mitos. Incontáveis ​​gerações de crianças americanas aprenderam a verdade no exemplo de ensinar histórias crestomáticas de como o jovem George Washington cortou com maldade uma cerejeira do pai. Quando perguntado o pai quem fez isso, a criança, mas temia o castigo , confessou: "Eu não posso mentir para o pai . Eu fiz isso com o meu machado. "
E em os EUA , até hoje a cerejeira é associado com o nome de " Pai da Nação " , e aqueles que desejam prestar homenagem , em fevereiro de Washington pode fazer uma torta de cereja. Os biógrafos indicam que o primeiro presidente amava cerejas.
Em geral, George Washington adorava frutas especialmente nozes. Ele sempre se sentiu uma paixão especial para eles. Eles dizem que George Washington tinha consideravelmente os dentes estragados , e perdeu os últimos ao morder uma noz .
George Washington preferiu pratos bastante comuns, e ninguém poderia suspeitar que o primeiro presidente tinha um gosto requintado. Ele comia o que você servisse, não foi regodeón com as refeições, se não considerar a paixão por peixes. Os subúrbios de Mount Vernon, onde George Washington viveu tão plenamente supridos com comida . Perto havia pomares , fazendas, plantações , gado, linguiça fábrica , em suma, a oferta total.
Americanos se consideravam uma conquista do churrasco cozinha nacional , ou grelhar. Antes de se tornar presidente, George Washington disse duas vezes em seu livro que ele havia participado de um churrasco . E quando os britânicos se renderam no final da guerra revolucionária em Yorktown, às tropas vitoriosas de George Washington contou com churrasco , provavelmente o melhor método de alimentação para as tropas em saciedade . O churrasco que George Washington serviu no século XVIII, foi possivelmente semelhante ao actualmente a ser preparado na costa sudeste de os EUA, quando tomam um porco inteiro , eles matam e jogam para as brasas por 12 horas .
"Meu estilo de vida é comum ", disse ele mais tarde, após a revolução , o próprio George Washington: Eu sempre vou ser feliz com um copo de vinho e um pedaço de cordeiro. Aqueles que esperam mais vai se decepcionar. " De fato, como evidenciado pelas testemunhas no almoço presidencial ofereceu vários pratos. Sopas incluído, bife , carne de vitela , peru, ganso , perdiz , carne de porco , doces , geléias , laranjas, maçãs , amêndoas, nozes , figos, vinhos diferentes e socos .
George Washington não estava interessado em que a finura da própria mesa, mas ofereceu pratos refinados de todos os seus convidados. Na mesa principal , a partir de 1789 até o final do segundo mandato, em 1797, com produtos locais pratos : aves selvagens e domésticas , e legumes fritos cultivadas em plantações, peixe. E como um legado da era colonial britânica : pudim e vinho do porto.
Toda vez que um presidente dos EUA tem um banquete de investidura . Tal é a tradição, mas no início era muito mais modesto. Tendo tomado posse como o primeiro presidente . George Washington, o juramento na capital , em seguida , New York foi forçada a comer sozinho , como sua esposa, Martha , não tinha chegado a partir de Mount Vernon . O costume de celebrar com pompa e posse presidencial de luxo nasceu mais tarde , no início do século XIX, com o presidente James Madison.
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Gandhi

Continuamos o ciclo, "Os líderes e as artes culinárias. " Hoje vamos discuti-los Mahatma Gandhi.
" O que é mais surpreendente é a magreza extraordinária de Mahatma ", escreveu o escritor russo emigrante Mark Aldanov , que viu certa vez Gandhi em Londres , o líder do movimento de libertação da Índia. " Quarenta e cinco quilos como resultado de limões de alimentação e leite de cabra ", acrescentou o russo. Além disso, uma vez por semana ele não come nada e não age muito. Para conciliar hindus e muçulmanos não estava comendo 21 dias. Essa é a regra: enfrentando problemas sérios: jejum severo. Nos seus dias , depois de saber dos 14 pontos do Presidente Wilson, Mahatma Gandhi perguntou a jornalistas a quantos dias o presidente americano estava de jejum antes de desenhar cada um desses pontos ... " .
Na verdade , apesar de sua magreza , se não emagrecido , Mahatma , que significa " grande alma " , não deu relevância para pão de cada dia . Expressão que é conhecida de Gandhi: " Deus vem ao faminto , na forma de alimentos. "
Junto com a liderança na luta dos hindus pela independência, Gandhi prestou muita atenção a outros problemas , entre outras, questões de poder . Ao longo de sua vida, ele experimentou com diferentes dietas. Ele também comeu carne , em um caso específico, que era muito jovem e experimentou; era vegetariano, ele praticou o jejum, seguiu a dieta de frutas e renúncia de sal.
By the way, o sal está intimamente ligado o nome de Mahatma Gandhi na história do país. Nos dias de domínio britânico, os hindus foram obrigados a comprar a preços elevados sal trazido da Inglaterra . Mahatma Gandhi decidiu que o povo da Índia deve receber o sal em seu próprio país . Em março de 1930, Mahatma Gandhi e seus seguidores se reuniram com um saco e foram para o mar para coletar sal na costa. Assim começou a famosa " marcha do sal " de 388 quilômetros de Ajmadabada , no oeste da Índia , para a aldeia de Dandi , na costa do Mar Arábico. No caminho , eles eram mais e mais pessoas que se juntavam a marcha . Para o mar veio uma procissão de várias milhas . E as pessoas começaram a escaldar a água do mar de sal. Durante três semanas os hindus evaporaram sal. O britânico proibiu essa extracção e milhares foram presos. No entanto, a " marcha do sal " teve um grande impacto e marcou o início de uma campanha de desobediência civil ao poder.
Um dos pilares da filosofia de Mahatma Gandhi foi vegetarianismo. Antes de sair para estudar em Londres , o jovem Mohandas Karamchand Gandhi prometeu a seus pais que iria abster-se de carne e álcool . E a promessa de se ​​tornar um vegetariano não só foi cumprida , mas também ele tornou-se um propagandista fervoroso . Mahatma Gandhi escreveu o livro intitulado " base moral do vegetarianismo " e vários artigos sobre o assunto . Em idéias de Gandhi exerceu uma considerável influência nos vegetarianos londrinos , com quem fez amizade o jovem indiano. Gandhi era mesmo um membro do Comitê Executivo da Sociedade Vegetariana da Inglaterra. Durante a estadia em Londres , Gandhi parou de comer doces , beber chá e café e comer alimentos que contenham amido.
Um tempo insistiu em comer apenas frutas e legumes frescos , porém foi obrigado a incluir na sua dieta leite de cabra . Durante alguns anos, se absteve de leite , mas ficou doente e os médicos aconselharam-lhe leite . No entanto, ele se recusou a tomar leite de vaca , que não bebia então. Inicialmente , o vegetarianismo Mahatma Gandhi era sim uma homenagem à economia e higiene, mas depois começou a adquirir um crescendo espiritualmente .
A dieta vegetariana , segundo Mahatma Gandhi, não só responde a todas as necessidades do corpo humano, mas que se justificava também do ponto de vista econômico, porque a carne é mais caro do que legumes, frutas e cereais. Na sua opinião , a comida deve ser apenas para a manutenção da vida , e nada mais. Além disso, o hábito do jejum ajudou Mahatma Gandhi a resistir durante as greves de fome políticas , em que o líder erguia as demandas. É muito possível que o sistema de poder concebido por Mahatma Gandhi iria ajudá-lo a viver uma vida longa . Mahatma Gandhi morreu aos 78 anos , mas pode ter vivido muito mais , se não tivesse sido interrompida a sua existência por uma bala de um fanático, demitido em 30 de janeiro de 1948
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Apresentação

Esse blog tem o intuito de repensar a dieta, noção de saúde e sexo em termos de personalidades ilustres da história. A nutrição como ciência tem me parecido algo demasiadamente caótico e me parece mais racional estudar as experiências dessas pessoas que se engajaram em uma mudança da dieta por motivos maiores, motivos que as tornaram quem foram.
Assim me parece a forma adequada, não fazer da dieta algo tão impessoal mas mais uma razão para nos inspirarmos nesses homens que iluminaram o bem e o mal da condição humana.

A DIETA DO GÊNIO

Os meios de que Júlio César se serviu para se defender das doenças e das dores de cabeça: grandes caminhadas, um modo de vida simplíssimo, permanência constante ao ar livre, fadigas contínuas — estas são, em grandes traços, as regras de conservação e defesa geral contra a extrema vulnerabilidade dessa máquina subtil, e que trabalha a uma altíssima pressão, chamada génio. 

Friedrich Nietzsche, in "Crepúsculo dos Ídolos"