PORQUE SOU TÃO SAGAZ
1
Porque é que sei mais alguma coisa? Porque sou em geral tão sagaz?
Nunca reflecti sobre questões que verdadeiramente o não sejam – não
me entreguei ao desperdício. – Genuínas dificuldades religiosas, por
exemplo, não as conheço por experiência. Escapa-me totalmente até
que ponto poderia eu ser «pecador». Falta-me analogamente um critério
fidedigno para o que é um remorso: segundo o que ouvi dizer a
tal respeito, um remorso não me parece digno de qualquer atenção...
Nunca poderia deixar para trás uma acção, preferiría eliminar fundamentalmente
da questão dos valores o êxito negativo, as consequências.
Na consideração do êxito negativo, perde-se com demasiada facilidade
a visão correcta do que se fez: um remorso parece-me uma espécie de
«mau olhado». Ter em maior conta o que se malogrou, porque se malogrou
– eis o que já pertence à minha moral. – «Deus», «imortalidade
da alma», («redenção», «além», simples conceitos a que não dediquei
nenhuma atenção, também nenhum tempo, nem sequer em criança –
talvez eu nunca tenha sido bastante infantil para tal? – Não considero
o ateísmo como resultado, menos ainda como acontecimento: em mim
decorre do instinto. Sou demasiado curioso, demasiado problemático,
demasiado insolente, para me contentar com uma resposta grosseira.
Deus é uma resposta grosseira, uma indelicadeza para connosco, pensadores
– no fundo, é mesmo apenas uma grosseira proibição: não deveis
pensar!... De modo inteiramente diverso me interessa uma questão
da qual, mais do que qualquer outra curiosidade dos teólogos, depende
a «salvação da humanidade»: a questão da alimentação. Para uso corrente,
pode assim formular-se: «Como hás-de alimentar-te para che
gares ao teu máximo de força, de virtù no estilo da Renascença, da
virtude isenta de todo o elemento moral?» – As minhas experiências
são aqui tão más quanto possível; estou espantado de tão tarde ter dado
ouvidos a esta questão, de tão tarde ter aprendido a «razão» a partir de
tais experiências. Só a vilania completa da nossa formação alemã – o
seu «idealismo» me explica até certo ponto porque é que justamente
aqui permaneci antiquado até à santidade. Semelhante «formação»,
que de antemão ensina a perder de vista as realidades, para ir à caça
de objectivos ditos «ideais», inteiramente problemáticos, por exemplo
da «cultura clássica»: – como se não fosse algo de previamente condenado
unir num conceito «clássico» e «alemão»! Mais ainda, é divertido
– pense-se num habitante de Leipzig com «formação clássica»! – De
facto, até aos meus anos de maturidade, comi sempre mal - em termos
morais, comi de um modo «impessoal», «desinteressado», «altruísta»,
para salvação dos cozinheiros e de outros correligionários cristãos. Neguei
muito a sério, por exemplo, graças à cozinha de Leipzig, na mesma
época em que iniciei o estudo de Schopenhauer (1865), a minha «vontade
de viver». Ter em vista uma alimentação insuficiente e ainda por
cima arruinar o estômago – eis um problema que a mencionada cozinha
me pareceu resolver às mil maravilhas. (Diz-se que o ano de 1866
trouxe consigo uma mudança.) Mas a cozinha alemã – quantas coisas
não tem ela na consciência! A sopa antes da refeição (ainda em
livros venezianos de culinária do século XVI se lhe dá o nome de alla
tedesca); a carne muito cozida, a hortaliça grossa e suculenta; a degenerescência
dos farináceos em pisa-papéis! Se ainda se tiver em conta
a necessidade que os velhos alemães, e não só os velhos, têm de geleia
animal, compreender-se-á também a origem do espírito alemão – que
provém de entranhas revoltas... O espírito alemão é uma indigestão,
nada consegue. – Mas também a dieta inglesa que, em comparação
com a alemã, e até com a francesa, é uma espécie de «retorno à natureza
», a saber, ao canibalismo, se revela profundamente contrária ao
meu instinto; parece-me que dá ao espírito pés pesados – pés de senhoras
inglesas... A melhor cozinha é a do Piemonte. – As bebidas
alcoólicas são-me prejudiciais; um copo de vinho ou de cerveja num
só dia chega perfeitamente para fazer da minha vida um «vale de lágrimas
» – em Munique vivem os meus antípodas. Supondo que tenha
compreendido isto já um pouco tarde, experimentei-o, porém, desde
a infância. Pensava, como garoto, que beber vinho e fumar eram, de
início, apenas uma vanitas de rapazes, e mais tarde, um mau hábito.
Talvez a culpa deste juízo severo caiba também ao vinho de Naumburg.
Para crer que o vinho dá alegria, seria preciso ser cristão, isto é,
crer o que para mim constituí uma absurdidade. Coisa curiosa; se entro
em extrema irritabilidade por acção de pequenas doses de álcool, muito
diluídas, torno-me quase um marinheiro, quando se trata de doses fortes.
Já como garoto mostrava aqui a minha bravura. Redigir numa só
vigília uma grande dissertação latina e passá-la também a limpo, com
a ambição de imitar na pena a severidade e a concisão de Salústio, meu
modelo, bebendo sobre o meu latim um copo do maior calibre, já não
estava de modo algum (quando eu era aluno da venerável Escola de
Pforta) em contradição com a minha fisiologia, nem talvez ainda com
a de Salústio – embora, isso sim, com a venerável Escola de Pforta...
Mais tarde, lá para o meio da vida, decidi libertar-me com energia de
qualquer espécie de bebida «espirituosa»: eu, adversário por excelência
do vegetarianismo, tal como Richard Wagner, que me converteu,
não sei com suficiente seriedade aconselhar a todas as naturezas intelectuais
a incondicional abstenção do álcool. A água basta... Prefiro os
lugares onde, acima de tudo, se tem a oportunidade de tirar água dos
mananciais (Nice, Turim, Sils); tenho sempre à mão um pequeno copo.
In vino veritas: parece que também aqui estou em desacordo com o
mundo inteiro quanto ao conceito de «verdade»: para mim, o espírito
paira sobre a água... Ainda algumas indicações extraídas da minha
moral. Uma refeição forte é mais fácil de digerir do que uma refeição
leve. O primeiro pressuposto para uma boa digestão é que o estômago
entre em actividade como totalidade. É preciso conhecer a grandeza
do seu estômago. Pela mesma razão, devem desaconselhar-se as refeições
aborrecidas, que eu chamo as festas sacrificiais interrompidas,
as refeições na table d’hôte. – Nada de refeições intermediárias, nada
de café: o café ensombra o ânimo. O chá só é vantajoso pela manhã.
Pouco, mas forte; se é demasiado fraco, o chá é muito prejudicial e
causa má disposição durante o dia inteiro. Cada um tem aqui a sua medida,
muitas vezes entre limites multo estritos e delicados. Num clima
muito excitante, é desaconselhável começar pelo chá: deve, uma hora
antes, começar-se com uma chávena de cacau bem espesso. – Estar o
menos possível sentado; não ter fé em qualquer pensamento que não
tenha surgido ao ar livre e em plena liberdade de movimento – em que
também os músculos não celebrem uma festa. Todos os preconceitos
provêm dos intestinos. – A sedentariedade – já uma vez o disse – é o
verdadeiro pecado contra o espírito santo.
2
À questão da alimentação está intimamente ligada a questão acerca
do lugar e do clima. Ninguém é livre de viver em qualquer parte; e
quem tem de resolver grandes tarefas, que exigem toda a sua força, tem
mesmo aqui uma escolha muito limitada. A influência climática sobre
o metabolismo, a sua inibição, a sua aceleração, vai tão longe que um
erro em relação ao lugar e ao clima pode não só alienar alguém da sua
tarefa, mas até recusar-lha: nem sequer a chega a ver. O vigor animal
nunca nele foi assaz grande de modo a atingir-se aquela liberdade
que transborda para o espiritual, em que alguém confessa: só eu posso
isto... – Uma inactividade intestinal, por pequena que seja, e transformada
em mau hábito, chega perfeitamente para fazer de um génio algo
de medíocre, algo de «alemão»; o clima alemão basta por si só para
enfraquecer vísceras fortes e até predispostas ao heroísmo. O ritmo do
metabolismo está numa relação exacta com a mobilidade ou a paralisia
dos pés do espírito; o próprio «espírito» é apenas uma espécie desse
metabolismo. Comparem-se os lugares onde há e houve homens de espírito,
onde a ironia, a subtileza e a malícia se inseriam na felicidade,
onde o génio quase por força se sentia em casa: todos eles apresentam
uma atmosfera notavelmente seca. Paris, a Provença, Florença, Jerusalém, Atenas – tais nomes mostram uma coisa: o génio é condicionado
pelo ar seco, pelo céu puro – isto é, por um metabolismo rápido, pela
possibilidade de estar sempre de novo a fornecer a si grandes e até ingentes
quantidades de energia. Tenho diante dos olhos um caso em
que um espírito eminente e de disposição livre, simplesmente por falta
de agudeza de instinto em matéria de clima, se tornou um especialista
e um mal-humorado mesquinho e esquivo. E eu próprio poderia, no
fim de contas, ter vindo a ser um caso idêntico, na suposição de que
a doença não me tivesse forçado à razão, a reflectir sobre a razão na
realidade. Agora, quando já em virtude do longo exercício leio em
mim como num instrumento muito delicado e fidedigno os efeitos de
origem climática e meteorológica, e quando numa viagem breve, por
exemplo, de Turim a Milão, calculo por meio da minha própria fisiologia
os graus da humidade do ar, penso com pavor no facto terrífico
de que a minha vida, até aos últimos dez anos, anos perigosos, decorreu
sempre apenas em sítios errados e que me deveriam ser justamente
vedados. Naumburg, Schulpforta, a Turíngía em geral, Leipzig, Basileia
– outros tantos lugares calamitosos para a minha fisiologia. Se, em
geral, não tenho nenhuma recordação agradável de toda a minha infância
e juventude, seria uma loucura atribuir aqui um relevo às chamadas
causas «morais» – por exemplo, à carência incontestável de suficiente
convívio: com efeito, semelhante carência existe hoje como sempre,
sem que ela me impeça de ser sereno e corajoso. Mas a incerteza in
physiologicis – o maldito «idealismo» – eis a autêntica fatalidade na
minha vida, o que nela há de supérfluo e estúpido, algo de que nada
de bom procede, para o qual não há nenhuma compensação, nenhum
suprimento. A partir das consequências deste «idealismo», explico todos
os erros, todos os grandes desvios do instinto e «discrições», para
fora e longe da tarefa da minha vida, por exemplo, que me tornasse filólogo
– porque não, pelo menos, médico ou então qualquer outra coisa
que me abrisse os olhos? No meu tempo de Basileia, toda a minha
dieta intelectual, incluindo a distribuição do día, era um desperdício inteiramente
absurdo de energias extraordinárias, sem um fornecimento
de energías que, de qualquer modo, compensasse tal consumpção, e
mesmo sem reflexão da minha parte acerca de tal desperdício e sua
compensação. Faltava toda a refinada ipseidade, toda a protecção de
um instinto imperativo; era um equiparar-se a qualquer outro, um «desinteresse
», um esquecimento da sua distância – algo que jamais me
perdoarei. Quando já quase estava no fim, precisamente por estar quase
no fim, pus-me a reflectir sobre esta irrazão fundamental da minha vida
– o «idealismo». Só a enfermidade é que me trouxe à razão.
3
A escolha na alimentação; a escolha do clima e do lugar; – a terceira,
em que a nenhum preço se deve cometer um erro, é a escolha
do seu tipo de recreação. Também aqui, e segundo o grau em que um
espírito é sui generis, os limites do que lhe é permitido, isto é, útil, são
cada vez mais estreitos. No meu caso, toda a leitura faz parte dos meus
lazeres: faz parte, por conseguinte, do que me liberta de mim mesmo,
do que me permite passear pelas ciências e pelas almas alheias – do
que já não tomo a sério. A leitura reabilita-me justamente da minha seriedade.
Em épocas de profundo trabalho, não se vêem livros ao pé de
mim: não permito então a ninguém falar ou pensar junto de mim. Eis o
que eu chamo ler... Já porventura se notou que, naquela profunda tensão
a que a gestação condena o espírito e, no fundo, todo o organismo,
o acaso, qualquer espécie de estímulo vindo do exterior actua com excessiva
veemência, «fere» demasiado profundamente? Deve evitar-se
tanto quanto possível o acaso, o estímulo que vem de fora; uma espécie
de auto-emparedamento constitui uma das primeiras astúcias instintivas
da gestação espiritual. Permitirei eu que um pensamento estranho
suba secretamente pelas paredes? – E isso é que é ler... Aos tempos
de trabalho e de fecundidade segue-se o tempo da recreação: vinde a
mim, livros agradáveis, espirituosos, reverenciados! – Haverá livros
alemães assim?... Tenho de voltar seis meses atrás para me ver com um
livro desses na mão. Que livro era esse? Um excelente estudo de Victor
Brochard, l.es sceptiques grecs, em que também se utilizam bem
as minhas Laertiana. Os cépticos, o único tipo respeitável no meio
da caterva ambígua e multívoca dos filósofos!... Refugio-me, aliás,
quase sempre nos mesmos livros, no fundo, um número pequeno, o
dos livros para mim já comprovados. Talvez não faça parte da minha
maneira de ser ler muitas coisas e muito diversas: uma sala de leitura
põe-me doente. O meu estilo também não é amar muitas coisas ou
muito diferentes. A circunspecção, e até mesmo a hostilidade contra
os livros novos, é mais própria do meu instinto do que a «tolerância»,
a «largeur du coeur» e outros «amores ao próximo»... No fundo, é a
um pequeno número de velhos franceses que estou sempre a regressar:
creio só na cultura francesa e tenho por equívoco tudo o que na Europa
se chama «cultura» (Bildung), para não falar da cultura alemã... Os
poucos casos de alta cultura, com que deparei na Alemanha, eram todos
de origem francesa, sobretudo a senhora Cosima Wagner, de longe
a primeira voz em questões de gosto, que já ouvi... Se não leio, mas
amo Pascal, como a vítima mais instrutiva do cristianismo, lentamente
assassinada, primeiro no corpo, em seguida na psicologia, como a lógica
integral dessa forma terrífica de crueldade humana; se tenho no
espírito e, quem sabe? – talvez ainda no corpo algo da jocosidade de
Montaigne; se o meu gosto de artista toma sob a sua protecção, não
sem raiva, perante um génio selvagem como Shakespeare, os nomes de
Molière, Corneille e Racine: tudo isso não exclui, por último, que os
franceses mais recentes não sejam para mim também uma sociedade
charmante. Não vejo de modo algum em que século da história se
poderiam pescar conjuntamente psicólogos tão curiosos e, ao mesmo
tempo, tão subtis como hoje em Paris: no meio, a título experimental
– pois o seu número não é pequeno – os senhores Paul Bourget, Pierre
I.oti, Gyp, Meilhac, Anatole France, Jules Lemaître, ou, para realçar
um dos de estirpe mais forte, um autêntico latino, a que sou particularmente
afeiçoado, Guy de Maupassant. Prefiro esta geração, aqui para
nós, mesma à dos seus grandes mestres, que foram todos contaminados
pela filosofia alemã: por exemplo, o Sr. Taine por Hegel, a quem
deve a incompreensão dos grandes homens e das épocas. Onde chega a
Alemanha, corrompe-se a cultura. Só a guerra «salvou» o espírito em
França... Stendhal, um dos mais belos acasos da minha vida – pois tudo
o que na minha vida faz época foi-me trazido pelo acaso, e jamais por
uma recomendação – é de todo inestimável com o seu antecipador olho
de psicólogo, com a sua garra para os factos, que lembra a proximidade
do maior entre os realistas (ex ungue Napoleonem); por fim, não menos
digno de apreço como ateu sincero, uma species rara em França e já
quase dificilmente localizável – é Prosper Mérímée... Estarei porventura
com ciúmes de Stendhal? Ele tirou-me o melhor mote ateu, que
eu poderia ter inventado: «a única desculpa de Deus é não existir»...
Eu próprio disse algures: qual foi, até agora, a maior objecção contra a
existência? Deus...
Saúde dos Nobres
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Charles de Gaulle
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Charles de Gaulle.
O jogador de 22 agosto de 1962, Charles de Gaulle foi vítima de um ataque nos subúrbios de Paris Petit- Clamart . Os terroristas de extrema-direita atacaram o carro presidencial, no entanto, De Gaulle estava ileso . Após esse ataque , em Petit- Clamart desapareceu da mesa de vestir do presidente servido com tal nome, e ervilhas cozidas . Joel Norman, que trabalhava como cozinheiro no Palácio do Eliseu com cinco presidentes da França teve em suas memórias muitas coisas interessantes sobre os desejos gastronômicos de Charles de Gaulle , fundador da V República .
General de Gaulle , mesmo em assuntos culinários , sendo presidente, preferiu deixar o assunto nas mãos dos militares . Como chef Eliseo Palácio contratado Peloi Rodan , que já havia servido na frota nacional.
Charles de Gaulle não estava preocupado especialmente sua mesa. Seu chefe disse que o caso foi entregue ao presidente até mesmo vegetais enlatados servido ervilhas ou feijão verde. O presidente e sua esposa preferida da cozinha simples. De acordo com o padrão estabelecido por De Gaulle, o principal mesmo era responsável pela cozinha , o menu diário , exceto nos casos em que você tinha que fazer algo para recepções oficiais. Nesses casos, os cozinheiros tinham de fato a se esforçar ao fim, e isso é porque os almoços oferecidos em honra de altos funcionários franceses ou estrangeiros ou de hóspedes deve ser o auge do luxo e do requinte da cozinha do Palácio do Eliseu . O único prato que Charles de Gaulle foi usado para instruir buyabess famosa sopa de peixe francesa e frutos do mar. O dignitário provado que a sopa muitas vezes em dias de folga , acompanhado por seu filho Filipe.
O buyabess foi preparado estava pronto para cozinhar em casa Elysee Palace.
Nos seus dias , a maioria dos oficiais foram acusados almoços de restaurantes, mas aos poucos começou a ser confiada a preparação de recepções oficiais para os chefs Palácio do Eliseu .
Para não atrapalhar , como eles dizem, surgiu a regra de nunca oferecer facilidades como carne de porco. Isso porque entre os convidados poderiam ter pessoas cujas crenças religiosas não permitem comer essa carne . Pela mesma razão , decidiu-se abster-se de ingredientes de álcool em lanches e molhos.
" Palácio Chefs de cozinha devem evitar até mesmo a possibilidade mais provável de causar um incidente diplomático ", ele escreve em suas memórias Joel normandos. A esposa do presidente preparou o menu de almoço oficial , tirando frequentemente guia de culinária que ficou famoso pela cozinha clássica Escoffier . O chef, uma vez recebida a ordem de cima, que não estava em discussão , abra a página com a receita requerida , produtos responsáveis e deu as instruções relevantes para a sua brigada . O número de convidados , muitas vezes ultrapassou cem.
Mas se não fosse recepções oficiais , cozinha menu Elysee Palace estão se responsável , de acordo com a época do ano eo prazer de o presidente. Por exemplo, o que foi o almoço preparado por Charles de Gaulle em 4 de Novembro de 1965, o dia em que ele anunciou a sua participação nas eleições presidenciais. O menu continha béarnaise truta, lombo assado de carne de carneiro , uma variedade de vegetais , sorvete " Ramboliten " vinhos oferecido Traiminer 1959 Chateau Beauregard, 1959 e Laurent Perrier champanhe, de 1955. o almoço foi fornecido, como de costume, na sala de jantar no apartamento do presidente.
O general gostava especialmente pontualidade . A hora do almoço era exatamente 13 horas e 10 minutos . E o jantar , às 20 horas e 15 minutos. O almoço eo jantar passado , de acordo com um ritual. O pessoal da cozinha teve que cobrir corredores consideráveis distância do Palácio do Eliseu para o alimento a De Gaulle servido quente. Apesar de todos os esforços, o suflê não era o que deveria ser o de chegar à mesa ea sopa foi muitas vezes morna. Charles de Gaulle , além disso, nunca se queixou da cozinha, o principal é que os horario.Hasta foram atendidas aqui mais uma edição do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje falamos com Charles de Gaulle.
Leia mais: http://spanish.ruvr.ru/radio_broadcast/23054910/35564216/
O jogador de 22 agosto de 1962, Charles de Gaulle foi vítima de um ataque nos subúrbios de Paris Petit- Clamart . Os terroristas de extrema-direita atacaram o carro presidencial, no entanto, De Gaulle estava ileso . Após esse ataque , em Petit- Clamart desapareceu da mesa de vestir do presidente servido com tal nome, e ervilhas cozidas . Joel Norman, que trabalhava como cozinheiro no Palácio do Eliseu com cinco presidentes da França teve em suas memórias muitas coisas interessantes sobre os desejos gastronômicos de Charles de Gaulle , fundador da V República .
General de Gaulle , mesmo em assuntos culinários , sendo presidente, preferiu deixar o assunto nas mãos dos militares . Como chef Eliseo Palácio contratado Peloi Rodan , que já havia servido na frota nacional.
Charles de Gaulle não estava preocupado especialmente sua mesa. Seu chefe disse que o caso foi entregue ao presidente até mesmo vegetais enlatados servido ervilhas ou feijão verde. O presidente e sua esposa preferida da cozinha simples. De acordo com o padrão estabelecido por De Gaulle, o principal mesmo era responsável pela cozinha , o menu diário , exceto nos casos em que você tinha que fazer algo para recepções oficiais. Nesses casos, os cozinheiros tinham de fato a se esforçar ao fim, e isso é porque os almoços oferecidos em honra de altos funcionários franceses ou estrangeiros ou de hóspedes deve ser o auge do luxo e do requinte da cozinha do Palácio do Eliseu . O único prato que Charles de Gaulle foi usado para instruir buyabess famosa sopa de peixe francesa e frutos do mar. O dignitário provado que a sopa muitas vezes em dias de folga , acompanhado por seu filho Filipe.
O buyabess foi preparado estava pronto para cozinhar em casa Elysee Palace.
Nos seus dias , a maioria dos oficiais foram acusados almoços de restaurantes, mas aos poucos começou a ser confiada a preparação de recepções oficiais para os chefs Palácio do Eliseu .
Para não atrapalhar , como eles dizem, surgiu a regra de nunca oferecer facilidades como carne de porco. Isso porque entre os convidados poderiam ter pessoas cujas crenças religiosas não permitem comer essa carne . Pela mesma razão , decidiu-se abster-se de ingredientes de álcool em lanches e molhos.
" Palácio Chefs de cozinha devem evitar até mesmo a possibilidade mais provável de causar um incidente diplomático ", ele escreve em suas memórias Joel normandos. A esposa do presidente preparou o menu de almoço oficial , tirando frequentemente guia de culinária que ficou famoso pela cozinha clássica Escoffier . O chef, uma vez recebida a ordem de cima, que não estava em discussão , abra a página com a receita requerida , produtos responsáveis e deu as instruções relevantes para a sua brigada . O número de convidados , muitas vezes ultrapassou cem.
Mas se não fosse recepções oficiais , cozinha menu Elysee Palace estão se responsável , de acordo com a época do ano eo prazer de o presidente. Por exemplo, o que foi o almoço preparado por Charles de Gaulle em 4 de Novembro de 1965, o dia em que ele anunciou a sua participação nas eleições presidenciais. O menu continha béarnaise truta, lombo assado de carne de carneiro , uma variedade de vegetais , sorvete " Ramboliten " vinhos oferecido Traiminer 1959 Chateau Beauregard, 1959 e Laurent Perrier champanhe, de 1955. o almoço foi fornecido, como de costume, na sala de jantar no apartamento do presidente.
O general gostava especialmente pontualidade . A hora do almoço era exatamente 13 horas e 10 minutos . E o jantar , às 20 horas e 15 minutos. O almoço eo jantar passado , de acordo com um ritual. O pessoal da cozinha teve que cobrir corredores consideráveis distância do Palácio do Eliseu para o alimento a De Gaulle servido quente. Apesar de todos os esforços, o suflê não era o que deveria ser o de chegar à mesa ea sopa foi muitas vezes morna. Charles de Gaulle , além disso, nunca se queixou da cozinha, o principal é que os horario.Hasta foram atendidas aqui mais uma edição do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje falamos com Charles de Gaulle.
Leia mais: http://spanish.ruvr.ru/radio_broadcast/23054910/35564216/
Benito Mussolini
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Benito Mussolini
Uma das vítimas do regime fascista de Mussolini foi o macarrão tradicional italiana . Em 1931 , o poeta Filippo Tommaso Marinetti figurista , que flertou com o fascismo , lançou um manifesto contra pragas vomitou massas, definindo-a como "absurda religião gastronômica italiana. " A massa , como o ideólogo do regime, é o símbolo de passividade , de pesos pesados. Marinetti afirmou que a remoção da pasta dará Itália a possibilidade de desperdício não dependem de importações de trigo e contribuir para a produção nacional de arroz . Os italianos , por outro lado , os ataques filosoficamente tomaram seus macarrão favoritos . E , uma coisa é propaganda, e uma outra história é a vida real , em que até os ideólogos como macarrão . E, aparentemente , foi. Bem, afinal de contas, para o próprio Duce , como ele se lembrou de seu filho Romano Mussolini , o prato favorito era o Pastasciutta contra o qual Marinetti criticou tão apaixonadamente . Mussolini começou o dia com suco de laranja e terminou com um copo de campo, ou uma decocção de camomila antes de dormir. O ditador tomou café da manhã após a caminhada matinal no parque : frutas , leite, pão de farinha grossa , às vezes cozido sua esposa, e café com leite.
O menu habitual consistia spaghetti Duce com molho de tomate , às vezes ovos e frango cozido, salada fresca , espinafre, legumes e frutas cozidas . A Mussolini gostava legumes frescos , devorando quantidades. O ditador ofereceu-lhe uma tigela grande e ao lado de um saleiro que é utilizado para cebolas ou feijão antes de engoli-los . Os desejos gastronômicos de Mussolini eram bastante simples e foi comida suficiente em casa, ele preparou o seu consorte. Mesmo quando a família mudou-se em 1929, leva à Villa Torlonia , a esposa de Mussolini continuou oferecendo refeições simples preparadas por ela mesma. Um como a maioria dos maridos italianos , Mussolini estava em casa para o almoço e gostei do tipo correntes refeições sopa ou macarrão. Na família de Mussolini , ninguém foi autorizado a deixar comida no prato . O ditador gostava de criticar seu ambiente pela gula e paixão para as bebidas .
Na juventude , o Duce sabia o que era a fome . Durante suas andanças na Suíça , quando no bolso não tinham mais do que um medalhão níquel com retrato de Karl Marx, tinha mais de uma vez mendicância. E uma vez, em Genebra , o jovem Mussolini tinha um tal fome que se lançou dois Inglês que sentado em um banco comendo pão café da manhã com queijo e ovos .
Torne-se o chefe da Itália , Mussolini estava orgulhoso de seu cardápio espartano e abstenção rigorosa em instalações do governo. Era um doce , o que não é surpreendente, porque ele estava sofrendo de dor de estômago . Para acalmar bebia apenas água mineral ou leite , evitando alimentos picantes e não beber muita carne . Ao contrário da crítica existente , ao contrário de outro ditador , Hitler , Mussolini não era vegetariano : sua ração poderia consistir de coelho , aves ou peixes.
Mussolini bebeu vinho apenas em ocasiões especiais . Obediente cumpridas todas as prescrições de médicos e amado chás de ervas. Mussolini , muitas vezes terminando as refeições com uma xícara de chá de ervas . Mas os médicos italianos tinham prescrito o leva beber leite fervido todos os dias em grandes quantidades. Não é de excluir que a dieta de leite não fez nada além de agravar a saúde do ditador fascista da Itália.
Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a que a política aventureira foi arrastado Itália, o país enfrentou falta de comida , se não a fome. Já no Outono de 1940 foram introduzidos cartões de racionamento para a venda de azeite, massas, arroz e farinha. Em outubro de 1941 as regras foram aparadas com a venda de alimentos para a população. E esses foram apenas o começo, porque ao longo das rações de guerra continuou a declinar. Sinais com o slogan ; "Aquele que come muito , que saqueia a Pátria" , ou a situação de alimentos , nem o regime fascista não podia mais possuir o Duce salvo.
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias.
Leia mais: http://spanish.ruvr.ru/radio_broadcast/23054910/36057650/
Uma das vítimas do regime fascista de Mussolini foi o macarrão tradicional italiana . Em 1931 , o poeta Filippo Tommaso Marinetti figurista , que flertou com o fascismo , lançou um manifesto contra pragas vomitou massas, definindo-a como "absurda religião gastronômica italiana. " A massa , como o ideólogo do regime, é o símbolo de passividade , de pesos pesados. Marinetti afirmou que a remoção da pasta dará Itália a possibilidade de desperdício não dependem de importações de trigo e contribuir para a produção nacional de arroz . Os italianos , por outro lado , os ataques filosoficamente tomaram seus macarrão favoritos . E , uma coisa é propaganda, e uma outra história é a vida real , em que até os ideólogos como macarrão . E, aparentemente , foi. Bem, afinal de contas, para o próprio Duce , como ele se lembrou de seu filho Romano Mussolini , o prato favorito era o Pastasciutta contra o qual Marinetti criticou tão apaixonadamente . Mussolini começou o dia com suco de laranja e terminou com um copo de campo, ou uma decocção de camomila antes de dormir. O ditador tomou café da manhã após a caminhada matinal no parque : frutas , leite, pão de farinha grossa , às vezes cozido sua esposa, e café com leite.
O menu habitual consistia spaghetti Duce com molho de tomate , às vezes ovos e frango cozido, salada fresca , espinafre, legumes e frutas cozidas . A Mussolini gostava legumes frescos , devorando quantidades. O ditador ofereceu-lhe uma tigela grande e ao lado de um saleiro que é utilizado para cebolas ou feijão antes de engoli-los . Os desejos gastronômicos de Mussolini eram bastante simples e foi comida suficiente em casa, ele preparou o seu consorte. Mesmo quando a família mudou-se em 1929, leva à Villa Torlonia , a esposa de Mussolini continuou oferecendo refeições simples preparadas por ela mesma. Um como a maioria dos maridos italianos , Mussolini estava em casa para o almoço e gostei do tipo correntes refeições sopa ou macarrão. Na família de Mussolini , ninguém foi autorizado a deixar comida no prato . O ditador gostava de criticar seu ambiente pela gula e paixão para as bebidas .
Na juventude , o Duce sabia o que era a fome . Durante suas andanças na Suíça , quando no bolso não tinham mais do que um medalhão níquel com retrato de Karl Marx, tinha mais de uma vez mendicância. E uma vez, em Genebra , o jovem Mussolini tinha um tal fome que se lançou dois Inglês que sentado em um banco comendo pão café da manhã com queijo e ovos .
Torne-se o chefe da Itália , Mussolini estava orgulhoso de seu cardápio espartano e abstenção rigorosa em instalações do governo. Era um doce , o que não é surpreendente, porque ele estava sofrendo de dor de estômago . Para acalmar bebia apenas água mineral ou leite , evitando alimentos picantes e não beber muita carne . Ao contrário da crítica existente , ao contrário de outro ditador , Hitler , Mussolini não era vegetariano : sua ração poderia consistir de coelho , aves ou peixes.
Mussolini bebeu vinho apenas em ocasiões especiais . Obediente cumpridas todas as prescrições de médicos e amado chás de ervas. Mussolini , muitas vezes terminando as refeições com uma xícara de chá de ervas . Mas os médicos italianos tinham prescrito o leva beber leite fervido todos os dias em grandes quantidades. Não é de excluir que a dieta de leite não fez nada além de agravar a saúde do ditador fascista da Itália.
Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a que a política aventureira foi arrastado Itália, o país enfrentou falta de comida , se não a fome. Já no Outono de 1940 foram introduzidos cartões de racionamento para a venda de azeite, massas, arroz e farinha. Em outubro de 1941 as regras foram aparadas com a venda de alimentos para a população. E esses foram apenas o começo, porque ao longo das rações de guerra continuou a declinar. Sinais com o slogan ; "Aquele que come muito , que saqueia a Pátria" , ou a situação de alimentos , nem o regime fascista não podia mais possuir o Duce salvo.
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias.
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J. F. Kennedy
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los JF Kennedy
Naquela manhã de 22 de novembro de 1963, o presidente dos EUA, John Fitzgerald Kennedy voou para Dallas , Texas. Por volta de meio-dia, a comitiva presidencial foi para o Salão de leilões , o lugar onde os empresários ofereceram um almoço em honra do chefe de Estado e onde Kennedy foi para fazer um discurso . Produto da banquete deve ser destinada para o fundo do Partido Democrata. No caminho para os tiros fatais tocou vida truncado o trigésimo quinto presidente dos EUA ... Até agora não foi desvendado o mistério da morte de John Kennedy. Em vez disso, seus desejos gastronômicos são muito mais conhecidos.
Na sexta-feira 20 janeiro de 1961 , após a inauguração de John Kennedy como presidente dos EUA no Capitólio foi oferecido no menu causa festa consistia de uma sopa de tomates amassados com grãos de milho , picado, carne picante caranguejo, carne moída New England lagosta com manteiga derretida , costelas de carne bovina ao Texas em suco , pão quente de alho , bolos e café .
Dificilmente poderia ser definida John Kennedy de um glutão . Antes de a comida, sempre deu preferência à política, por que ele teve que ser lembrado por vezes, que era hora de almoço ou jantar.
Apesar de ter sido conhecido que o presidente Kennedy sentiu grande simpatia pela cozinha francesa , apesar de algumas dúvidas, além disso, que o apetite era sincero . Em qualquer caso, especificamente mandatado para Kennedy, o chef principal da Casa Branca era um francês . By the way, logo após a transferência de d a família Kennedy na Casa Branca , cozinha o até então bastante pequeno foi convertido em uma cozinha comercial . Mas se falamos de cozinha francesa , ao impor -lo na Casa Branca contribuiu em grande parte a primeira-dama Jacqueline Kennedy. Como lembrou mais tarde presidente da cozinha do chef Rene Verdon , a Sra. Kennedy tinha um gosto mais cosmopolita do que o marido. A Kennedy amado suco de laranja pequeno-almoço, ovos cozidos com torradas, frito crocante de bacon , geléia , leite, café . Mais ou menos que foi o último café da manhã foi servido no President Hotel Texas, no dia do assassinato : Presidente serviu suco de laranja , torradas, café e ovos cozidos.
Outro café da manhã , mas o presidente Kennedy está ligada à história do século XX. Na manhã de 16 de outubro de 1962, John Kennedy foi tomando café da manhã quando liguei para o conselheiro de segurança nacional MacGeorge Bandy para informá-lo que os EUA tinham evidência de instalação de mísseis soviéticos em Cuba. Assim, a "crise do Caribe ", que estava prestes a colocar as duas superpotências à beira de um conflito nuclear entrou em erupção.
Para o almoço, o presidente amado uma sopa de peixe grosso, como prescrito na Nova Inglaterra. E somos surpreendidos , uma vez que a família Kennedy foi intimamente ligada à Nova Inglaterra e sua boa cozinha de peixes. Além disso, o presidente adorava a sopa de marisco Boston e muitas vezes perguntou o chefe de cozinha na Casa Branca para preparar esta sopa. O presidente também gostava de frutos do mar e feijão para bostonianos .
Presidente John Kennedy era conhecido por sua paixão pelos moluscos. Assim como outros representantes do clã Kennedy era um frequentador conhecido , ao longo de dois séculos, o estabelecimento de Boston conhecido como " casa da ostra Union" especializada em clam prato. Para o jantar, John Kennedy amava as costeletas de cordeiro, bife e frango ou peru assado , purê de batatas . Para um jantar de família, prato favorito foi o frango com estragão Kennedy .
Como evidenciado pelos cozinheiros que trabalhavam na Casa Branca , o presidente Kennedy também gostaram bolos Maffini . Para a sobremesa , o presidente preferiu o chocolate.
Além disso, John Kennedy gostava de terminar o almoço com um bom charuto cubano . Eles dizem que , antes de assinar o documento sobre a implementação do comércio , embora Cuba , o presidente Kennedy pediu ao seu secretário ao autor uma grande reserva de charutos cubanos . E quando eles foram comprados , Kennedy assinou o documento . Mais tarde, de acordo com rumores , a embaixada soviética foi responsável pela renovação reservas secretas de charutos cubanos para o presidente dos EUA .
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Margaret Thatcher
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Margaret Thatcher.
Margaret Thatcher, a primeira mulher na Europa , que liderou um governo, e que o primeiro-ministro do Reino Unido, foi encontrado 11 anos era mais conhecido pelo apelido de " Dama de Ferro ". No entanto, eu tinha um outro apelido , mais virulenta , uma nuance culinária que encantou britânica Margaret Thatcher muito antes de ser colocado à frente do gabinete. O " Maggie Thatcher, seqüestrador leite" definida e em Inglês , para dizer o apelido de rimas vai: Maggie Thatcher, snatcher leite " . Acontece que , em 1970, depois que os conservadores chegaram ao poder na Grã-Bretanha Margaret Thatcher levou a carteira da Educação. Um dos primeiros passos na nova posição foi aumentada em um terço do preço das refeições escolares e da abolição da entrega de leite escolar gratuito . É certo que o montante destinado no orçamento para essa finalidade foi destinado para o pagamento do trabalho dos professores.
Aparentemente, nos tempos surgiu científica passado Margaret Thatcher , por exemplo , a atração de leite. Diploma em Química, Maggie Roberts, seu nome de solteira após Oxford só trabalhou em um computador pela primeira vez, trabalhei em um sorvete . Mas mesmo a preocupação com o desenvolvimento desse refresco criança não poderia tomar a jovem Margaret o mundo quente da política. Nas eleições de 1950 , Maggie era o candidato mais jovem na lista dos conservadores . Naquela época , todos os eventos de Margaret era subordinado apenas ao trabalho de propaganda para o Partido Conservador . Ele não tinha tempo algum para delícias gastronómicas e Margaret jantar consistiu de uma lata de conservas de peixe . Margaret retorna em 1959 para participar como candidato nas eleições parlamentares do bairro londrino de Finchley . Durante a campanha eleitoral , foi possível cervejarias discursasse no lugar com um público de homens durões que escanciaban uma jarra de cerveja após a outra. E Margaret ganhou a eleição.
Mais tarde, Margaret Thatcher foi eleita líder do Partido Conservador, e em 1979 foi investido o primeiro-ministro da Grã-Bretanha . Duas semanas antes da eleição de Margaret Thatcher foi submetido a uma dieta especial e em 14 dias perdeu 9 quilos . A líder dos Tories , não só as mulheres , mas principalmente a política estava em causa a questão de sua aparência diante das câmeras foco. A dieta consistia de Margaret Thatcher que o tempo em ovos e grapefruit . O dia começou para ela com um par de ovos e toranja no café da manhã , mais café ou chá. Para o almoço foi novamente dieta de toranja e dois ovos , embora o primeiro poderia ser substituído por tomate ou espinafre. Esse modesto almoço foi gasto com café. Jantar neste contexto parecia muito mais variada. É verdade que os ovos segunda-feira acompanhado com salada e torradas, mais uva e café , obviamente. Em vez disso, os outros dias poderia entrar em um bife ou servido cordeiro, queijo cottage e legumes. E nos fins de semana os requisitos da dieta era menos rigorosa , uma vez que provei mais bife, frango frio e salada de frutas. Em estoque Margaret Thatcher permanece até hoje uma dieta impressa máquina de escrita , com a ressalva de que ele não deve levar mais do que duas semanas.
Certamente não foi a dieta que desempenhou o papel principal no sucesso político de Margaret Thatcher, mas pensa-se que ajudou consideravelmente mantido em boa forma.
Na televisão para os eleitores exibiu um vídeo em que Margaret Thatcher estava a preparar bolos e lavou os pratos. Na verdade, para as tarefas culinárias simplesmente não tinha tempo , mas ocasionalmente , se não fosse recepções oficiais em sua residência , Margaret Thatcher estava a preparar -se para o café da manhã corrida e até mesmo almoço composto por salada, ovos fervida e bacon. Quando Margaret e Denis Thatcher mudou-se para Downing Street 10 , a sua vida manteve-se relativamente simples. Bem, tanto quanto o casamento insistiu que era possível, como em anos anteriores, tomar café da manhã juntos. O pequeno-almoço , quando toda a família se reuniu a refeição importante do dia tornou-se . O dia continuou oportunidade totalmente ocupada para atender a todos para a mesa. Tarde da noite, depois do dia , Margaret Thatchet poderia finalmente ir para a cozinha e preparar alguma coisa ...
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Margaret Thatcher, a primeira mulher na Europa , que liderou um governo, e que o primeiro-ministro do Reino Unido, foi encontrado 11 anos era mais conhecido pelo apelido de " Dama de Ferro ". No entanto, eu tinha um outro apelido , mais virulenta , uma nuance culinária que encantou britânica Margaret Thatcher muito antes de ser colocado à frente do gabinete. O " Maggie Thatcher, seqüestrador leite" definida e em Inglês , para dizer o apelido de rimas vai: Maggie Thatcher, snatcher leite " . Acontece que , em 1970, depois que os conservadores chegaram ao poder na Grã-Bretanha Margaret Thatcher levou a carteira da Educação. Um dos primeiros passos na nova posição foi aumentada em um terço do preço das refeições escolares e da abolição da entrega de leite escolar gratuito . É certo que o montante destinado no orçamento para essa finalidade foi destinado para o pagamento do trabalho dos professores.
Aparentemente, nos tempos surgiu científica passado Margaret Thatcher , por exemplo , a atração de leite. Diploma em Química, Maggie Roberts, seu nome de solteira após Oxford só trabalhou em um computador pela primeira vez, trabalhei em um sorvete . Mas mesmo a preocupação com o desenvolvimento desse refresco criança não poderia tomar a jovem Margaret o mundo quente da política. Nas eleições de 1950 , Maggie era o candidato mais jovem na lista dos conservadores . Naquela época , todos os eventos de Margaret era subordinado apenas ao trabalho de propaganda para o Partido Conservador . Ele não tinha tempo algum para delícias gastronómicas e Margaret jantar consistiu de uma lata de conservas de peixe . Margaret retorna em 1959 para participar como candidato nas eleições parlamentares do bairro londrino de Finchley . Durante a campanha eleitoral , foi possível cervejarias discursasse no lugar com um público de homens durões que escanciaban uma jarra de cerveja após a outra. E Margaret ganhou a eleição.
Mais tarde, Margaret Thatcher foi eleita líder do Partido Conservador, e em 1979 foi investido o primeiro-ministro da Grã-Bretanha . Duas semanas antes da eleição de Margaret Thatcher foi submetido a uma dieta especial e em 14 dias perdeu 9 quilos . A líder dos Tories , não só as mulheres , mas principalmente a política estava em causa a questão de sua aparência diante das câmeras foco. A dieta consistia de Margaret Thatcher que o tempo em ovos e grapefruit . O dia começou para ela com um par de ovos e toranja no café da manhã , mais café ou chá. Para o almoço foi novamente dieta de toranja e dois ovos , embora o primeiro poderia ser substituído por tomate ou espinafre. Esse modesto almoço foi gasto com café. Jantar neste contexto parecia muito mais variada. É verdade que os ovos segunda-feira acompanhado com salada e torradas, mais uva e café , obviamente. Em vez disso, os outros dias poderia entrar em um bife ou servido cordeiro, queijo cottage e legumes. E nos fins de semana os requisitos da dieta era menos rigorosa , uma vez que provei mais bife, frango frio e salada de frutas. Em estoque Margaret Thatcher permanece até hoje uma dieta impressa máquina de escrita , com a ressalva de que ele não deve levar mais do que duas semanas.
Certamente não foi a dieta que desempenhou o papel principal no sucesso político de Margaret Thatcher, mas pensa-se que ajudou consideravelmente mantido em boa forma.
Na televisão para os eleitores exibiu um vídeo em que Margaret Thatcher estava a preparar bolos e lavou os pratos. Na verdade, para as tarefas culinárias simplesmente não tinha tempo , mas ocasionalmente , se não fosse recepções oficiais em sua residência , Margaret Thatcher estava a preparar -se para o café da manhã corrida e até mesmo almoço composto por salada, ovos fervida e bacon. Quando Margaret e Denis Thatcher mudou-se para Downing Street 10 , a sua vida manteve-se relativamente simples. Bem, tanto quanto o casamento insistiu que era possível, como em anos anteriores, tomar café da manhã juntos. O pequeno-almoço , quando toda a família se reuniu a refeição importante do dia tornou-se . O dia continuou oportunidade totalmente ocupada para atender a todos para a mesa. Tarde da noite, depois do dia , Margaret Thatchet poderia finalmente ir para a cozinha e preparar alguma coisa ...
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Josip Broz Tito
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos discuti-los Tito .
Em 1945, o líder iugoslavo Josip Broz Tito deu um almoço em homenagem aos embaixadores dos três potências aliadas , ou seja, a URSS , EUA e Grã-Bretanha. Em Moscou considerado uma ofensa no lugar de honra não foi localizado embaixador da URSS, mas a Grã-Bretanha . E, de acordo com as normas universais de etiqueta diplomática , a antiguidade é determinada pelos anos passados no país.
Ainda não tinha tempo para a ruptura definitiva entre Tito e Stalin. Apesar das discrepâncias entre os líderes iugoslavos e soviéticos , eles se encontraram não só na mesa de negociações , mas também com os outros banquetes. Por exemplo, os 11 abril de 1945, Stalin deu uma festa em homenagem ao Marechal Tito . Jornais da época relataram que o almoço foi gasto em uma atmosfera de amizade e conversa animada . De fato, como um membro da delegação disse jugoslava , inicialmente , almoço atmosfera foi um pouco tenso. Embora a maioria dos convidados eram comunistas iugoslavos , como os anfitriões utilizados na denominação brinde nenhum companheiro para ir para o outro, mas a palavra do Senhor. E assim continuou até que Stalin deu um brinde em homenagem ao camarada Tito nomeação. Isso quebrou o gelo.
Em 1948 , Stalin e Tito brigou definitivamente. E somente após a morte de Stalin começou a restauração das relações entre a União Soviética e Iugoslávia. E mais uma vez os líderes de ambos os países começaram a se reunir na mesa não só fala , mas também longa toalha de mesa , como se costuma dizer . Além do mais, o último foi , por vezes, bastante informal. Tito Kruzchov e desjejum durante as sessões de caça, uma tradição que era para continuar mais tarde , em tempos de Brezhnev . Há uma fotografia em que Bezhnev e Tito , que praticavam a caça, são , em 1973, com uma enorme fogueira e pedaços de bacon torrado em espetos . Em banquetes oficiais Tito entretido em Moscou , com pratos mais refinados . Em dezembro de 1959, em um almoço no Kremlin , Khrushchev se ofereceu para chips de Tito com caviar , costelas defumadas, fígado de frango recheadas , veados molho de carne e frutos vaccineio saltflats diferentes. Eles beberam vodka e vinho georgiano. E em 1968, para o almoço em homenagem ao presidente iugoslavo oferecido caviar , carne de caranguejo com peixes variados , faisão assado, borsh moscovite , sopa de aspargos purê , truta com cogumelos e escalopes de peru com salada.
Josip Tito , que nos anos de guerra de guerrilha sofreu muitas privações , na cabeceira da Iugoslávia socialista , ao contrário de muitos outros líderes era famoso por o desejo ea capacidade de viver em casa. Entre outras coisas amava boa comida e bebida.
Tito geralmente comia café café da manhã com croissant , às vezes omelete. Para almoço e jantar, pratos de cozinha preferido da Europa Central , que por vezes foram substituídos por alimentos de sua Zagorie nativa às vezes preparam sua mãe. É o último que ele amava sopa de frango engrossado com creme de leite e um biscoito caseiro com queijo . Durante as refeições beber pouco, exceto um copo de cerveja ou vinho Iugoslávia.
Josip Broz Tito gostava de entreter os convidados de honra com tudo de melhor. Quando a Iugoslávia foi visitado pela rainha da Grã-Bretanha , Josip Broz Tito decidiu surpreendê-la e ofereceu caviar Elizabeth II em um pedaço de gelo esculpido em uma coroa, e quando eu visitei o xá do Irã , esposa do líder iugoslavo disse foi oferecida uma sobremesa sem precedentes . A cabeça chefs quebrou e, finalmente, decidiu preparar cestas de chocolate cheios de bolas de diferentes sabores de sorvete .
No início dos anos 70, viajou para a Iugoslávia estrelas de Hollywood Elizabeth Taylor e Richard Burton , que atiraram um filme sobre a Segunda Guerra Mundial . Burton estrelou o filme Titus si mesmo e não é surpreendente que o líder iugoslavo os convidou para sua casa para descansar. Há Elizabeth Taylor e Richard Burton poderia provar a sopa bósnio , carne assada no espeto , batata cozida , bife tartar de cortar carne curto com azeitonas e alcachofras , Tito também sediou Sophia Loren, que adorava " cocinear " para o que tinha por vezes com a ajuda do próprio Tito . Em um almoço dos dois casamentos provou vários tipos de macarrão , sopas de feijão, pudim de berinjela e pimentões recheados .
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias.
Leia mais: http://spanish.ruvr.ru/radio_broadcast/23054910/37534747/
Em 1945, o líder iugoslavo Josip Broz Tito deu um almoço em homenagem aos embaixadores dos três potências aliadas , ou seja, a URSS , EUA e Grã-Bretanha. Em Moscou considerado uma ofensa no lugar de honra não foi localizado embaixador da URSS, mas a Grã-Bretanha . E, de acordo com as normas universais de etiqueta diplomática , a antiguidade é determinada pelos anos passados no país.
Ainda não tinha tempo para a ruptura definitiva entre Tito e Stalin. Apesar das discrepâncias entre os líderes iugoslavos e soviéticos , eles se encontraram não só na mesa de negociações , mas também com os outros banquetes. Por exemplo, os 11 abril de 1945, Stalin deu uma festa em homenagem ao Marechal Tito . Jornais da época relataram que o almoço foi gasto em uma atmosfera de amizade e conversa animada . De fato, como um membro da delegação disse jugoslava , inicialmente , almoço atmosfera foi um pouco tenso. Embora a maioria dos convidados eram comunistas iugoslavos , como os anfitriões utilizados na denominação brinde nenhum companheiro para ir para o outro, mas a palavra do Senhor. E assim continuou até que Stalin deu um brinde em homenagem ao camarada Tito nomeação. Isso quebrou o gelo.
Em 1948 , Stalin e Tito brigou definitivamente. E somente após a morte de Stalin começou a restauração das relações entre a União Soviética e Iugoslávia. E mais uma vez os líderes de ambos os países começaram a se reunir na mesa não só fala , mas também longa toalha de mesa , como se costuma dizer . Além do mais, o último foi , por vezes, bastante informal. Tito Kruzchov e desjejum durante as sessões de caça, uma tradição que era para continuar mais tarde , em tempos de Brezhnev . Há uma fotografia em que Bezhnev e Tito , que praticavam a caça, são , em 1973, com uma enorme fogueira e pedaços de bacon torrado em espetos . Em banquetes oficiais Tito entretido em Moscou , com pratos mais refinados . Em dezembro de 1959, em um almoço no Kremlin , Khrushchev se ofereceu para chips de Tito com caviar , costelas defumadas, fígado de frango recheadas , veados molho de carne e frutos vaccineio saltflats diferentes. Eles beberam vodka e vinho georgiano. E em 1968, para o almoço em homenagem ao presidente iugoslavo oferecido caviar , carne de caranguejo com peixes variados , faisão assado, borsh moscovite , sopa de aspargos purê , truta com cogumelos e escalopes de peru com salada.
Josip Tito , que nos anos de guerra de guerrilha sofreu muitas privações , na cabeceira da Iugoslávia socialista , ao contrário de muitos outros líderes era famoso por o desejo ea capacidade de viver em casa. Entre outras coisas amava boa comida e bebida.
Tito geralmente comia café café da manhã com croissant , às vezes omelete. Para almoço e jantar, pratos de cozinha preferido da Europa Central , que por vezes foram substituídos por alimentos de sua Zagorie nativa às vezes preparam sua mãe. É o último que ele amava sopa de frango engrossado com creme de leite e um biscoito caseiro com queijo . Durante as refeições beber pouco, exceto um copo de cerveja ou vinho Iugoslávia.
Josip Broz Tito gostava de entreter os convidados de honra com tudo de melhor. Quando a Iugoslávia foi visitado pela rainha da Grã-Bretanha , Josip Broz Tito decidiu surpreendê-la e ofereceu caviar Elizabeth II em um pedaço de gelo esculpido em uma coroa, e quando eu visitei o xá do Irã , esposa do líder iugoslavo disse foi oferecida uma sobremesa sem precedentes . A cabeça chefs quebrou e, finalmente, decidiu preparar cestas de chocolate cheios de bolas de diferentes sabores de sorvete .
No início dos anos 70, viajou para a Iugoslávia estrelas de Hollywood Elizabeth Taylor e Richard Burton , que atiraram um filme sobre a Segunda Guerra Mundial . Burton estrelou o filme Titus si mesmo e não é surpreendente que o líder iugoslavo os convidou para sua casa para descansar. Há Elizabeth Taylor e Richard Burton poderia provar a sopa bósnio , carne assada no espeto , batata cozida , bife tartar de cortar carne curto com azeitonas e alcachofras , Tito também sediou Sophia Loren, que adorava " cocinear " para o que tinha por vezes com a ajuda do próprio Tito . Em um almoço dos dois casamentos provou vários tipos de macarrão , sopas de feijão, pudim de berinjela e pimentões recheados .
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Gregorio Rasputin
Apresentamos aqui uma questão mais do ciclo: Os líderes políticos e as artes culinárias. Hoje vamos falar com eles de Gregory Rasputin .
16 de dezembro de 1916, em Petrogrado , no Palácio Yusupov esperando por Gregory Rasputin . Eles esperavam para matar este camponês siberiano que se tornou o favorito da família do czar . Seus assassinos tinha preparado para a chegada de um deleite Rasputin letal.
O dono da casa , o príncipe Felix Yusupov , o médico deu Lazavert veneno cianeto ao médico todos os bolos recheados com creme -de-rosa sem tocar aqueles que estavam com creme de chocolate. Eu também acrescentou veneno para o copo de vinho. Rasputin chegou pouco depois e começou agasajarse . A surpresa dos conspiradores não tinha limite porque os dois copos de vinho com veneno e pastelaria com creme rosa consumida não tiveram efeito discernível . Os assassinos que decidiu salvar a monarquia das perversidades de Rasputin teve que atirar o eremita , nem as balas poderiam acabar com a vida do camponês robusto província de Tobolsk . Finalmente, Rasputin e sem fôlego jogado em um buraco aberto no gelo do rio Neva. Além disso , a morte de Rasputin não salvou a monarquia na Rússia, porque meses mais tarde se tornou um patrimônio da história.
Quanto Rasputin mesmo . Até o momento não há consenso sobre o que o sujeito representado . Em vez disso, a imagem da cultura pop de Rasputin explorada amplamente , com ênfase no aspecto sexual de sua história. Os apetites do velho monge em fêmeas foi a conversa do vulgar . Mas o que as paixões de Rasputin nas refeições eram ? Aqueles que o conheciam lembrei que ele nunca comeu carne , doces e bolos. A questão é se ele conhecia os assassinos de Rasputin , que cheio de veneno as iguarias lhe ofereceu . Eles explicam que , apontando que Rasputin foi distinguido pela hospitalidade e generosidade gostei convidados entreter com bolos , o que provavelmente deu origem a rumores de que ele gostava dessas guloseimas.
Na verdade, os pratos favoritos foram o favorito de batatas Tsar e legumes que trouxeram seus fãs. No que diz respeito à carne , dizem que ele não gostava , não tanto por suas crenças ( embora haja uma visão de que parou de comer carne depois de uma peregrinação ao Mosteiro de Vierjotursk em 1903 ), mas por causa de seus dentes ruins .
Uma tabela Rasputin as mais diversas pessoas se encontraram, e quase todos os visitantes considerava seu dever de trazer algo comestível. Eles vieram com um monte de caviar , peixe caro, o que animado na capital, frutas e pão fresco. Além disso, a mesa era sempre batatas, repolho em conserva e pão preto. E havia sempre uma enorme samovar ebulição da água.
Segundo o depoimento , Rasputin foi um grande exemplo de ignorância sobre a mesa. Raramente utilizado o garfo e faca e usado para distribuir comida com a mão entre seus admiradores . Muitas vezes, os restos de comida foram presos em sua barba espessa , o que naturalmente deu uma visão feia. E ainda não diminuir o número de pessoas que queriam estar ao lado de Rasputin , uma aparência onipotente favorito da família do czar . Rasputin às vezes jogou pedaços de pão preto para a tigela de sopa de peixe, em seguida, removê-los com a mão para passar para fora a seus convidados, que comeu com prazer . Em cima da mesa havia sempre uma pilha de pão preto seco , que encantou Rasputin com sal. Estes biscoitos Rasputin teve grande popularidade em Petersburg que recebeu uma das mãos do velho monge não é servido , mas levou para casa e manteve-o como uma relíquia .
Desnecessário salientar que Rasputin gostava festa, para a qual ele era conhecido em muitos restaurantes da capital , que normalmente chegou escoltado por senhoras e senhores da alta sociedade. Rasputin não removê-lo para remover as bebidas , mas antes da vodka preferida da madeira e vinhos do Porto . Estes vinhos doces estão acostumados em mosteiros , onde consumido em grandes quantidades. Diz-se que durante a Primeira Guerra Mundial. Rasputin foi abastecido adegas da Czar. Muitos sabia da paixão de Rasputin para madeira vinho que o almoço poderia beber alguns litros , e não é por acaso que este também deve envenenado seus assassinos ...
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16 de dezembro de 1916, em Petrogrado , no Palácio Yusupov esperando por Gregory Rasputin . Eles esperavam para matar este camponês siberiano que se tornou o favorito da família do czar . Seus assassinos tinha preparado para a chegada de um deleite Rasputin letal.
O dono da casa , o príncipe Felix Yusupov , o médico deu Lazavert veneno cianeto ao médico todos os bolos recheados com creme -de-rosa sem tocar aqueles que estavam com creme de chocolate. Eu também acrescentou veneno para o copo de vinho. Rasputin chegou pouco depois e começou agasajarse . A surpresa dos conspiradores não tinha limite porque os dois copos de vinho com veneno e pastelaria com creme rosa consumida não tiveram efeito discernível . Os assassinos que decidiu salvar a monarquia das perversidades de Rasputin teve que atirar o eremita , nem as balas poderiam acabar com a vida do camponês robusto província de Tobolsk . Finalmente, Rasputin e sem fôlego jogado em um buraco aberto no gelo do rio Neva. Além disso , a morte de Rasputin não salvou a monarquia na Rússia, porque meses mais tarde se tornou um patrimônio da história.
Quanto Rasputin mesmo . Até o momento não há consenso sobre o que o sujeito representado . Em vez disso, a imagem da cultura pop de Rasputin explorada amplamente , com ênfase no aspecto sexual de sua história. Os apetites do velho monge em fêmeas foi a conversa do vulgar . Mas o que as paixões de Rasputin nas refeições eram ? Aqueles que o conheciam lembrei que ele nunca comeu carne , doces e bolos. A questão é se ele conhecia os assassinos de Rasputin , que cheio de veneno as iguarias lhe ofereceu . Eles explicam que , apontando que Rasputin foi distinguido pela hospitalidade e generosidade gostei convidados entreter com bolos , o que provavelmente deu origem a rumores de que ele gostava dessas guloseimas.
Na verdade, os pratos favoritos foram o favorito de batatas Tsar e legumes que trouxeram seus fãs. No que diz respeito à carne , dizem que ele não gostava , não tanto por suas crenças ( embora haja uma visão de que parou de comer carne depois de uma peregrinação ao Mosteiro de Vierjotursk em 1903 ), mas por causa de seus dentes ruins .
Uma tabela Rasputin as mais diversas pessoas se encontraram, e quase todos os visitantes considerava seu dever de trazer algo comestível. Eles vieram com um monte de caviar , peixe caro, o que animado na capital, frutas e pão fresco. Além disso, a mesa era sempre batatas, repolho em conserva e pão preto. E havia sempre uma enorme samovar ebulição da água.
Segundo o depoimento , Rasputin foi um grande exemplo de ignorância sobre a mesa. Raramente utilizado o garfo e faca e usado para distribuir comida com a mão entre seus admiradores . Muitas vezes, os restos de comida foram presos em sua barba espessa , o que naturalmente deu uma visão feia. E ainda não diminuir o número de pessoas que queriam estar ao lado de Rasputin , uma aparência onipotente favorito da família do czar . Rasputin às vezes jogou pedaços de pão preto para a tigela de sopa de peixe, em seguida, removê-los com a mão para passar para fora a seus convidados, que comeu com prazer . Em cima da mesa havia sempre uma pilha de pão preto seco , que encantou Rasputin com sal. Estes biscoitos Rasputin teve grande popularidade em Petersburg que recebeu uma das mãos do velho monge não é servido , mas levou para casa e manteve-o como uma relíquia .
Desnecessário salientar que Rasputin gostava festa, para a qual ele era conhecido em muitos restaurantes da capital , que normalmente chegou escoltado por senhoras e senhores da alta sociedade. Rasputin não removê-lo para remover as bebidas , mas antes da vodka preferida da madeira e vinhos do Porto . Estes vinhos doces estão acostumados em mosteiros , onde consumido em grandes quantidades. Diz-se que durante a Primeira Guerra Mundial. Rasputin foi abastecido adegas da Czar. Muitos sabia da paixão de Rasputin para madeira vinho que o almoço poderia beber alguns litros , e não é por acaso que este também deve envenenado seus assassinos ...
Aqui está mais uma edição da série: Os líderes políticos e as artes culinárias.
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